Monthly Archives: Junho 2014

Ver muita televisão está associado a um pior rendimento escolar

O alerta é feito por uma especialista americana na área da psicologia.

Lynne Murray, professora de psicologia do desenvolvimento, lançou um novo livro, o Psychocoly of Babies (Psicicologia dos bebés), onde recomenda que crianças com menos de 2 anos não vejam televisão (até porque é o aconselhado pela Academia Americana de Pediatria), para além de fazer outras advertências a este respeito.

Segundo o especialista, as crianças que veem muita televisão ficam com um vocabulário mais pobre e apresentam um rendimento escolar pior, sendo que esta situação não varia de acordo com a classe social. Além disso, pode levar as crianças a interagir pouco com os irmãos e com os pais e a deixar de brincar com os jogos tradicionais.

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Fórum de junho: O bebé e as primeiras idas à praia

Caros alunos,

Estou muito satisfeita com o Fórum/Blog deste mês, sobre As primeiras idas à praia!

Os vossos comentários, foram muito enriquecedores, ponderados e devidamente fundamentados, especiais, cada um em particular. Apresentaram exemplos, criticas, e opiniões pertinentes.

Mostram o vosso interesse e conhecimento sobre os temas apresentados, muito bem!

Todos cumpriram os objetivos propostos de refletir sobre estas temáticas do âmbito do nosso curso.

Deixo-vos abaixo algumas conclusões sobre este tema, complementando o que já foi dito.

Foi um bom Fórum!

Obrigada.

Um bebé pode ir à praia no primeiro ano de vida? Pode, claro que pode. Desde que com as devidas precauções.

Durante o inverno todos nós andamos muito mais irritados, com pouca paciência para aturar o choro das crianças, as filas de trânsito e a crise da política ou economia?

Mas a culpa não é nossa, é da estação do ano. Ficamos logo mais alegres quando se começam a fazer planos para as férias. Uma das questões que se levantam aos pais –  é saber se podem ou não levar os bebés à praia.

Praia: palavra mágica, principalmente no Verão.

Com a questão do ozono, ou da falta dele, as radiações e outras desgraças eco-ambientais, passou-se da inconsciência absoluta para o fundamentalismo de sinal contrário. Pois então vejamos:

Regras à beira-mar

Dependendo muito do bebé, dos pais, da praia e das condições globais de clima, um bebé pode começar a «fazer praia» desde muito cedo, claro está que com certas regras, para que as coisas corram bem e não venham a sofrer com isso:

– Devem evitar-se as horas de maior radiação, ou seja, entre as 11h e as 17h, pois é quando os raios ultravioletas têm maior intensidade. É também quando geralmente faz mais calor (embora convenha diferenciar as duas coisas);

– Deve-se avaliar cada dia e cada praia por si, tendo como regra geral aquele horário, mas adaptando-o às circunstâncias;

– Além do calor, também a luz do Sol pode incomodar – recomenda-se, assim, o uso de óculos escuros para todos os bebés e um chapéu de abas largas;

– Já que o que está em causa são os bebés, convém que os pais vejam como estão a reagir à praia: se estão afogueados, encarnados, irritados, impacientes, ou seja, a pedir para ir para casa, ou se, pelo contrário, adormecem calmamente à sombra ou estão simplesmente a olhar para as vistas, a ver quem passa;

– Não deve ser o relógio a mandar na família mas o «estado geral das coisas». Estando atentos ao estado geral da criança os pais perceberão se vale a pena continuar na praia ou se mais vale ir para casa.

Areia gourmet

Muitos pais queixam-se de que os seus bebés comem areia aos quilos. Isso faz-se? Faz-se, pois claro. A areia em si não faz mal a ninguém e se comerem, paciência, deitá-la-ão fora na primeira ocasião. O único problema é se, misturados com a areia, vão detritos, lixos e outras coisas indesejáveis. Ou pontas de cigarro, que gente desleixada enterra na areia para depois os bebés as descobrirem e comerem. Essas pessoas não sabem, provavelmente, que uma beata mastigada por um bebé pode matá-lo.

As praias vigiadas são limpas quando começa a época balnear e, na maior parte delas, há um processo de limpeza diária, nomeadamente com tratores que peneiram a areia e a alisam. Todavia, mesmo com a crescente «civilização» das pessoas e com o número grande de caixotes do lixo que há nas praias vigiadas, ainda existe muito boa gente que não quer saber dos outros e deita o lixo na areia com o maior desplante.

Façam um estudo do ambiente que vos rodeia antes de porem um bebé na areia e certifiquem-se que há uma «área protegida» à vossa volta, sem latas de atum, alcatrão, conchas pontiagudas, seringas, preservativos ou outros detritos.

Alguns bebés têm medo (quase nojo) da areia, chorando, infelicíssimos, quando têm que a tocar com os pés. Pois é, será difícil ir a uma praia que não tenha areia. Não devemos forçar, mas o melhor é habituarem-se, e cedo verão como é bom sentir a areia, sobretudo se já gatinham ou dão passos.

Sonecas… ou não

A praia tem um efeito imprevisível nos bebés – alguns, que no dia-a-dia até são mauzitos para dormir, chegam à praia e adormecem imediatamente Outros, pelo contrário, ficam excitados e não pregam olho. Uma sestazinha a meio do dia é muito salutar e sempre dá uns minutos aos pais para respirarem.

Continuação de bons estudos!

Fórum JUNHO

Olá Verão!

Com o aproximar do Verão… vem o tempo quente, cheio de sol, calor e praia. Por isso, é importante a proteção solar adequada nesta altura do ano, de forma a prevenirmos o risco de cancro de pele.

As crianças não têm noção dos riscos que correm, logo os pais devem compreender a importância da proteção solar, devendo lembrar algumas medidas.

 

O sol desempenha um papel muito importante nas nossas vidas. É fundamental na síntese de vitamina D, influencia a nossa aparência física e bem-estar psicológico e melhora várias afeções dermatológicas. No entanto, uma exposição excessiva aos raios UV, sem cuidado nem proteção, pode ser origem de vários riscos para a saúde. Por muito tempo considerou-se que a maioria das lesões causadas pelo Sol era proveniente dos raios UVB (Burning=Queimadura). No entanto, foi comprovado que os raios UVA (Ageing=Envelhecimento) desempenham um papel determinante no fotoenvelhecimento, lesões no DNA, cancro da pele e produção excessiva de radicais livres. Existem dois tipos principais de protetor solar, em função do modo como exercem essa proteção:

Químicos – Absorvem a radiação, são cosmeticamente mais agradáveis, mas em pessoas suscetíveis, pode haver uma maior sensibilidade.

Físicos ou Minerais – Refletem  a radiação, não sendo absorvidos pela pele. São especialmente indicados em bebés e peles atópicas ou intolerantes aos filtros químicos.

O protetor  solar deve ser adequado à idade, ao tipo de pele, ao índice UV, ser resistente à água, foto estável, ter uma textura que fluidifique em contacto com a pele e oferecer máxima proteção contra os UVB (SPF) e os UVA (IP/PPD).  Para saber se um protetor solar protege de forma equilibrada contra os raios UVB e UVA, a COLIPA (European Cosmetics Association) recomenda que a proteção UVA corresponda, no mínimo, a um terço da proteção UVB. Seguindo esta recomendação, se o FPS for igual a 30 (FPS=30), a proteção UVA deverá ser, no mínimo, 10 (PPD=10). Confirme esta informação nas embalagens! É ainda uma mais valia, o protetor  solar proporcionar uma proteção  em profundidade (DNA celular), prevenindo a formação de radicais livres e estimulando as nossas defesas naturais. Independentemente das qualidades intrínsecas de um protetor solar, a sua eficácia depende da correta utilização. A proteção solar deve ser uma prática diária sempre que haja atividade ao ar livre e reforçada quando nos expomos diretamente ao sol: aplicar uma quantidade generosa 15 a 30 minutos antes da exposição, renovando a cada duas horas, após banho ou transpiração e insistindo nas zonas mais sensíveis. Proteja-se do sol, mesmo com tempo nublado, pois as nuvens deixam passar 90% dos raios UV (especialmente UVA). Cabe aos adultos a importante missão de ajudar os mais pequenos a desfrutar do sol de forma saudável, quer por aplicar medidas de prevenção adequadas, quer, em função da idade, por sensibilizá-los para a importância de acautelarem os riscos de exposição indevida ao sol. Para minimizar o risco de desenvolvimento de cancro da pele na idade adulta, dever-se-á aproveitar o sol com sensatez, logo desde pequenino!

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema

O BEBÉ E AS PRIMEIRAS IDAS À PRAIA,

pesquise ou identifique conselhos, medidas de segurança e dicas para desfrutar ao máximo desta atividade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Fico a aguardar as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Rita Lourenço

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