Monthly Archives: Outubro 2014

Higiene do bebé: Banho

Clique aqui para ver vídeo: http://videos.sapo.pt/5LuvG7AMQtreM8twPbk0

Fonte:  http://redemae.sapo.pt

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O meu filho não quer comer!

Fatores que condicionam as dificuldades na alimentação infantil. Por Drª Lara Lourenço, Pediatra.

Existem diversos fatores que condicionam dificuldades na alimentação infantil. Destes, destacam-se fatores ambientais, dietéticos (tipo e qualidade dos alimentos oferecidos à criança), orgânicos e comportamentais (atitude da criança face aos alimentos e atitude dos pais face à recusa ou dificuldade alimentar do filho).

Deve ser sempre oferecida comida variada (para modulação do paladar) e nutricionalmente correta para promover o desenvolvimento saudável e o aporte necessário de energia.

É fundamental que a criança tenha uma rotina alimentar desde cedo e que se vá integrando gradualmente nos hábitos sociais e alimentares da família.

Fatores que condicionam dificuldades na alimentação infantil:

Ambientais:

  Horários rígidos.

  Diversos cuidadores/inadequados (sem conhecimento das necessidades nutricionais do bebé).

  Ambiente não apropriado.

  Distrações múltiplas.

Dietéticos:

  Dificuldades com a amamentação.

  Má preparação do leite.

  Pobre diversificação alimentar.

  Consumo excessivo de sumo.

  Consumo de alimentos de alto teor calórico.

Orgânicos:

  – Relacionadas com o desenvolvimento:

    Atraso do desenvolvimento

    Questões específicas:

    1. 8-12 meses: o bebé suja-se muito.
    2. 18-24 meses: a criança é caprichosa para comer.

  – Ansiedade parental (os pais não conseguem tolerar a desordem provocada por uma criança que come sozinha – associações desagradáveis com a refeição).

Relação pais-filhos:

  Não reconhecimento dos sinais de fome ou saciedade.

  Forçar a comer (force-feeding).

  Não permitir que a criança coma sozinho.

  Exigência exagerada na ordem das comidas.

Quando a criança não aceita o que lhe é oferecido… deve ser sempre avaliada pelo médico assistente para exclusão de doença orgânica. As irregularidades alimentares em crianças saudáveis geralmente são temporárias e autolimitadas. Mas também podem estar associadas a doenças agudas.

Tratamento

Todas as condições médicas subjacentes têm de ser tratadas e deve-se fazer uma intervenção nutricional e de comportamento alimentar.

O grande objetivo do tratamento é a reeducação alimentar.

Cabe aos pais:

  Decidir a hora das refeições e dos lanches.

  Decidir o tipo de comida e de bebida oferecida.

  Modelo (a criança não pode ser a única pessoa a comer sopa em casa, p.ex.).

  A criança decide a quantidade!

Dicas importantes na alimentação dos bebés

Amamentação – aumentar o suprimento de leite materno:

  Retirar o leite com a bomba.

  Repouso, fluídos e nutrição adequada da mãe.

  Diminuir stress materno e familiar.

Aleitamento artificial:

  Respeitar sempre os sinais de fome/saciedade.

  Permitir a autoalimentação.

  Técnica das 2 colheres (quando sozinhos não comem suficientes, a criança vai comendo com a sua colher e o cuidador vai-lhe dando com outra).

  Comer com os dedos (faz parte de aprender a comer e deve ser incentivado nesta fase).

Drª Lara Lourenço, Médica Pediátrica, Hospital de São João, E.P.E. Fonte: http://www.maemequer.pt/

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema

DIFICULDADES NA ALIMENTAÇÃO INFANTIL,

pesquise ou identifique conselhos, medidas a adotar e dicas para desfrutar ao máximo das refeições em família. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado.

Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Rita Lourenço

Seia incentiva natalidade e adoção

A Câmara Municipal de Seia anunciou a criação de um incentivo à natalidade e à adoção, que prevê o reembolso de despesas com crianças nascidas ou adotadas no concelho a partir de janeiro de 2015.

Segundo a autarquia, a medida traduz-se através da atribuição de um subsídio mensal, a pagar a partir do nascimento da criança e a terminar no mês em que complete 36 meses e, nos casos de adoção, no mês em que for legalmente estabelecida e durante os três anos seguintes.O apoio consiste no reembolso de despesas feitas na área do concelho.

“O valor do incentivo varia de acordo com a idade, tendo como teto máximo 50 euros mensais, no primeiro ano de vida, 30 euros no segundo ano de vida e 20 euros no terceiro ano. O valor do incentivo à natalidade é majorado em 10 por cento a partir do nascimento do segundo filho”, indica a Câmara Municipal de Seia.

Com a criação do programa de apoio à natalidade e adoção, a autarquia “procura minimizar a disponibilidade de recursos com que as famílias se deparam no atual contexto socioeconómico, sendo uma oferta supletiva que permite o alargamento de apoios a famílias que atualmente se encontram excluídas de quaisquer apoios”.

A medida também pretende promover o aumento da natalidade, a fixação e a melhoria das condições de vida das famílias residentes no município, “num território com baixa taxa de natalidade e elevado envelhecimento populacional”, segundo a fonte.

Serão beneficiários dos apoios os casais residentes, há pelo menos um ano, e recenseados no município, nos seis meses anteriores à data de nascimento da criança, que não aufiram rendimentos mensais ilíquidos superiores a 1750 euros ou 2750 euros, a título singular ou por casal. Fica excluído quem receba abono de família.