Monthly Archives: Março 2015

Bebés amamentados tornam-se adultos mais inteligentes

Um estudo realizado no Brasil associa a amamentação à inteligência. De acordo com a análise, os bebés amamentados pelas mães têm melhores resultados em testes ao Quociente de Inteligência.

A investigação acompanhou cerca de 3.500 bebés até à vida adulta, analisando o seu percurso, os hábitos de amamentação das respectivas mães e o seu nível de inteligência.

Liderado por Bernardo Lessa Horta, da Universidade Federal de Pelotas, o estudo avaliou bebés oriundos de diferentes classes sociais e concluiu que a amamentação é um factor determinante no desenvolvimento da inteligência.

Publicadas no The Lancet Global Health, as conclusões da investigação revelam que os bebés que foram amamentados pelas mães obtiveram melhores resultados em testes de QI.

Os bebés que foram amamentados durante mais tempo conseguiram melhores resultados em testes de inteligência na idade adulta.

A análise conclui também que os bebés amamentados têm mais probabilidade de virem a ganhar um salário mais alto, por conseguirem completar mais níveis de ensino.

Estes dados reforçam a ideia de que os bebés devem ser exclusivamente amamentados, nos primeiros seis meses de vida, conforme recomenda a Organização Mundial de Saúde.

O leite materno é uma fonte privilegiada de ácidos gordos saturados que são essenciais para o desenvolvimento do cérebro, contribuindo ainda, de forma decisiva, para a saúde em geral dos bebés.

http://zap.aeiou.pt/bebes-amamentados-tornam-se-adultos-mais-inteligentes-62440

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Fórum MARÇO

Obesidade infantil

A prevenção da obesidade é o primeiro passo para a prevenção de inúmeras complicações relacionadas com o excesso de peso, principalmente as doenças cardiovasculares. Atualmente em Portugal existem cerca 30% de crianças entre os 7 e os 9 anos com excesso de peso, 11% das quais são realmente obesas. Mas afinal como podemos diminuir estes números ou evitar que aumentem? O segredo para a irradicação deste problema está na prevenção! Apesar de se considerar que a obesidade tem uma predisposição genética, o certo é que apenas entre 5 a 25% tem como responsáveis os progenitores. Assim, os fatores ambientais são aqueles que influenciam mais a manifestação clínica da doença. As complicações mais frequentes numa pessoa obesa são a diabetes tipo 2, hipertensão arterial, colesterol aumentado, problemas ao nível dos ossos e articulações, problemas respiratórios, problemas ao nível emocional (baixa autoestima, autoimagem insatisfatória, isolamento social e sentimentos de depressão e rejeição) e doenças cardiovasculares (enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral). Numa fase precoce é possível educar as crianças a estabelecer novos hábitos alimentares e de atividade física mas, para isto, é imprescindível que toda a família esteja empenhada na mudança para existir uma fonte de motivação para a criança. O primeiro passo é criar hábitos alimentares, exercícios e atividades agradáveis para todos os membros da família. O segundo passo é estabelecer quantidades alimentares de acordo com a idade e dissuadir as crianças de consumir alimentos das máquinas de vending e estabelecimentos de fast-food, oferecendo sempre uma alternativa saudável que a criança possa levar de casa ou adquirir facilmente na escola. É necessário reduzir o tempo que as crianças passam ao computador e a ver televisão pois além desta última promover uma alimentação desequilibrada, devido à publicidade, tanto um como o outro reforçam o estilo de vida sedentário.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema OBESIDADE INFANTIL, pesquise ou identifique conselhos, medidas a adotar e dicas para combater este problema nacional/mundial que afeta as crianças.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Rita Lourenço

Tenho que pedir senhas do Portal das Finanças para os meus filhos?

Não é obrigatório mas é altamente recomendável.

A partir deste ano – a após alguma indefinição da Autoridade Tributária – só serão considerados para efeitos de benefícios fiscais e deduções IRS 2015 as despesas declaradas via fatura junto da Autoridade Tributária pelos respetivos fornecedores. Ou seja, os bancos onde se tem o crédito à habitação, os médicos e farmácias a que se recorre no serviço privado e público, as escolas ou professores a quem se pagam serviços, entre outros, têm de emitir recibos no nome e número de contribuinte dos respetivos beneficiários dos serviços. Se não o fizerem, não haverá lugar às respetivas vantagens fiscais. E não o fazendo, compete aos próprios contribuintes vigiar o cumprimentos dos seus fornecedores denunciando-o, se for caso disso, junto das finanças. Em 2016 haverá um período para fazer essa denúncia (até 15 de março).

Mas como pode um contribuinte saber se a escola ou o médico do filho estão a declarar corretamente as despesas de educação e saúde com o dados fiscais da crianças? Só pode sabê-lo se aceder ao portal e-fatura e por lá for vigiando as faturas emitidas, pendentes ou ausentes. E só o poderá fazer se tiver pedido as senhas de acesso associadas ao número de contribuinte do filho.

Tantos filhos tenha com os respetivos números de contribuinte, tantas de acesso terá de pedir. Como pedir?

Basta ir ao Portal das Finanças, clicar na opção “Novo Utilizador” que surge a azul bebé na coluna da direita e seguir as instruções que lhe surgem numa janela como a que aqui se reproduz:

Como pedir acesso ao portal das finanças

Leia mais: http://economiafinancas.com/2015/tenho-que-pedir-senhas-do-portal-das-financas-para-os-meus-filhos/#ixzz3TWmJMcrL