Fórum do mês de janeiro – Pais muito exigentes convertem os seus filhos em mentirosos

O fórum do mês de janeiro será especial. Este mês contamos com a participação da aluna Francisca Luciano do curso de Educação Infantil. A Francisca decidiu participar no fórum deste mês e enviou-nos um artigo de que gostou sobre crianças que tendem a mentir devido à pressão exercida pelos pais.

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Pais muito exigentes convertem os seus filhos em mentirosos

Os psicólogos nos dizem que os erros mais comuns entre os pais é não manter um equilíbrio, uma vez que existe uma tendência em ser um pai autoritário e severo, ou um que não imponha limites e normas aos filhos. E você? Está em qual desses grupos? Você é um pai muito exigente ou se considera muito liberal?

Se você estiver no primeiro caso é muito possível que sem intenção de pretendê-lo e, sobretudo sem sabê-lo, está convertendo os seus filhos em pequenos mentirosos. Pelo menos é o que nos dizem os especialistas após vários estudos e provas realizadas.

O modelo de criação rígida converte crianças em mentirosos

Victoria Talwar é especialista em desenvolvimento social e cognitivo na infância na Universidade McGill, no Canadá. Segundo suas pesquisas, o modelo educacional baseado na autoridade e a criação rígida tende a criar filhos que aprendem a mentir e enganar para fugir de determinadas circunstâncias. Quando os pais criam uma atmosfera de castigo, repreensões e gritos, os filhos vão aprendendo a mentir para escapar das sanções dos seus pais.

Talwar desenvolveu um exame para identificar crianças mentirosas. Realizou um teste em duas escolas; uma muito rígida, com duras medidas de disciplina e outra com normas mais flexíveis. Pediu às crianças que identificassem que objeto produzia um ruído atrás deles sem ter que girar para vê-lo quando os supervisores saiam da sala. Com certeza alguns alunos viraram em ambas as escolas, mas quando os supervisores perguntaram o que produzia o ruído, na escola rígida, as crianças demonstraram ser mentirosas muito mais rapidamente e eficazes.

É tão somente um teste, mas serve como exemplo para demonstrar que diante do medo do castigo ou sanções duras, as crianças aprendem a deformar a realidade, a produzir uma verdade alternativa, e é claro, a mentir.

Consequências em ser um pai muito rígido

Uma autoridade negativa, muito rígida, baseada em castigos e gritos só consegue que as crianças mintam mais.

– Crianças agressivas: as crianças aprendem por imitação; se recebem violência verbal, física ou falta de afeto, a tendência é se comportar da mesma maneira.

– Baixa autoestima: esse modelo educativo ataca diretamente a autoestima que não se sente escutada nem respeitada.

– Rebeldia: os estudos demonstram que o modelo de criação rígido gera adolescentes que se rebelam mais contra os seus pais, já que não têm desenvolvido argumentos para regular suas emoções ou seu comportamento.

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Alba Caraballo

Editora de GuiaInfantil.com

Pais muito rigorosos podem transformar os seus filhos em “bons mentirosos”. Crianças que têm muito medo de contar a verdade para os pais costumam inventar mentiras para evitarem problemas.

Trabalho realizado pela aluna Francisca Luciano do curso de Educação Infantil

 

 

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em Inserir Comentário/Deixe um resposta, não esquecendo de indicar o seu NOME e CURSO para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Não se esqueçam que também poderão contribuir enviando um tema/texto por email para ser publicado e comentado pelos colegas.

Desejo-vos um ano de 2017 cheio de sonhos e concretizações pessoais e profissionais!

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28 thoughts on “Fórum do mês de janeiro – Pais muito exigentes convertem os seus filhos em mentirosos

  1. Acho que a educação hoje em dia é muito diferente de uns anos atrás, antigamente a educação era muito rígida, meu pai contava que levou muita surra do pai e dos próprios professores. Hoje as crianças estão a ser educadas de outra maneira muito mais liberal, mas será que isso é bom? Cabe a cada pai decidir a melhor educação para o seu filho mas nunca esquecendo que vivemos numa sociedade.
    Tenho uma filha com 2anos e tento lhe ensinar o certo do errado dando-lhe exemplos… felizmente ela não precisa de ir para o castigo, o importante é ter uma boa relação e saber falar calmamente…
    Com certeza que uma criança com medo irá esconder ou mentir, isso acontece também com os adultos.
    Tenho um exemplo na família de um tio que deu uma educação tão rígida ao meu primo que ele agora tem medo de toda a gente, mesmo na escola ele se afasta das outras crianças, é um menino triste, isto depois pode levar a sofrer de bulling, entre outras coisas, como poderia acontecer ao contrário e poderia se tornar um menino agressivo.
    Enfim, na minha opinião devemos escolher um meio termo, mostrar à criança os caminhos possíveis, ajudando a entender porque o que fez tá mal mas também a saber disser que teve bem quando o tiver. Também não devemos chamar a atenção deles em frente a outras pessoas, devemos chamar a parte e explicar que não está agir bem, e acima de tudo devemos mostrar que nós país somos as pessoas que ele mais deve confiar porque gostamos mais deles do que toda a gente e não queremos o mal deles nunca…
    Tânia Oliveira educação infantil EL7058S

    1. Nao podemos ser muito severos nem muito abundante.Os pais mais antigos eram mais rígidos mais severos ,por isso os filhos tinham mais medo ,mais respeito que agora . Eu estou no grupo de nem muito severo nem muito aberto dentro dos limites , quando acho que devo agir ajo quando não deixo andar .Não quero que os meus filhos sintam medo ou coisa do género ,tento sempre po-los a vontade para conversar comigo ,com o pai ,também sabem que não aceitamos nenhum tipo de mentiras.Mas hoje ainda ha pais assim severos com os filhos e por isso pensam que os filhos nao fazem nada de mal e ao fim fazem tudo e mais alguma coisa .Acho que devemos ser tolerantes em coisas e nao arrogantes um bocadinho misto .

      Isabel Domingues EL806R Educaçao Infantil Gren

  2. Achei este vídeo muito interessante e resolvi partilhar, espero que todos vejam e reflitam sobre ele. Porque nós somos mesmo o espelho para os nossos filhos.

    1. Mónica EL6714REL, curso de Puericultura
      eu concordo com o artigo apresentado,, acho que por muitas vezes os pais exigem muito das crianças e dos adolescentes. Tenho o exemplo da minha mãe para com a minha irmã , acho que a minha mãe as vezes é demasiado exigente com ela. Quando ela na escola tira uma negativa ela chama-a á atençao por causa da negativa acabando mesmo por discutir, outras vezes mesmo se ela tira positiva discutem na mesma porque podia ter tirado melhor nota, que é uma nota baixa. Acho que isso faz com que a minha irmã nao se sinta confiante e dizendo que ninguém acredita nela, chegando mesmo a esconder testes negativos para a minha mãe nao saber.
      Hoje em dia os pais deveriam tentar ajudar os filhos percebendo os seus problemas e resolvendo-os juntos, não exigirem sempre mais, pois isso faz com que os adolescentes achem que não são capazes e que toda a gente é melhor que eles, e isso leva a que hajam mentiras entre pais e filhos.

  3. Existem muitos pais que não percebem ou não põem em prática tudo o que foi lido até agora e continuam a pressionar/discordar dos filhos de uma forma agressiva ou demasiado autoritária. Nós próprios já passámos por alguma situação semelhante na nossa infância, ocultarmos a verdade (ou mentir) para que os nossos pais não percebessem que a culpa era nossa.
    É o medo e o receio que provocam essas atitudes, por tal eu acho que se houver compreensão e uma devida explicação para as advertências feitas, a criança irá absorver melhor a informação, calma e sem medos ou ansiedades…

    Deixo aqui um vídeo que adorei porque fornece várias estratégias para negar alguma coisa aos filhos sem dizer apenas um não.
    Não devemos apenas negar as coisas sem explicar o porquê, se a criança não entender a razão da repreensão poderá recorrer futuramente a mentiras ou atos de rebeldia desrespeitando as regras dos pais.

    1. Realmente o não é fácil de mais como resposta e maioria das pessoas detestam receber não como resposta e a pior coisas que os pais fazem é dizer não sem darem uma boa explicação ou seja explicarem o porque de certas respostas.

    2. Realmente os Pais rígidos transformam os filhos em mentirosos e colocam uma barreira pós não permitem espontâneidade por parte dos filhos transformando ele em crianças tímidas e muito reservadas, uma educação flexível ou seja, menos rígidos fazem com que as crianças sejam mais segura de si, mais espontânea. Francisca Luciano. curso: Educação infantil.

  4. Como tudo na vida, a autoridade parental quer-se com peso, medida e na hora certa.
    Se é verdade que violência gera violência, e que as crianças aprendem por imitação chegamos à conclusão que os pais não deverão em ocasião alguma ser violentos com os filhos.
    Contudo, e na minha opinião, pais são pais e não amigos, e a sua autoridade deve ser exercida de forma firme e assertiva. E se os pais demasiado autoritários poderão criar filhos mentirosos, pais demasiados permissivos poderão criar filhos imaturos e egoístas. O importante é encontrar o meio termo sendo autoritário, sem nunca esquecer que são crianças, que são nossos filhos e que os amámos.
    É difícil encontrar o equilíbrio entre ser firme na sua autoridade e tolerantes nas decisões que toma, mas na realidade nunca ninguém disse que ser pai e educar bem uma criança ia ser fácil e não existe manuais de como o fazer da maneira 100% correta.

    Josefa Sousa EL6416P

  5. Erika costa EL6139P Curso Puericultura .
    Concordo plenamente com o artigo devemos se ponderados nos castigos e por impor regras ,temos nos pais tentar ser amigos dos nossos filho mostrando confiança mas o filho sabendo do respeito e confiança que tem os pais .
    Penso que o castigo as vezes e necessário ,conversar as vezes também resolve sem precisar castigar ,não existi e não vai existir uma criança 100% perfeita então quanto mais cobramos e ameaçamos irá a criança mentir para não ter o castigo .
    Eu como mãe de um menino de 6 anos tento ponderar e impor, mas também respeitar o limite do meu filho ,sendo que estar descobrindo muito e penso que a confiança e respeito de pais com o filho e o mais importante para lidarmos com esse assunto “mentira “.Todos nos mentimos ao longo da vida ,e nosso filhos farão o mesmo conosco .Pais muito rígido e agressivos no falar para mim gera crianças com um falar agressivo e com muitas frustrações ,e pais liberais que tudo e normal penso que não dar limite e não a consideração de respeito e confiança de pais e filho .

  6. O meu lema da educação foi sempre passar para o meu filho regras, valores, princípios, autonomia, confiança e respeito pelo próximo e sempre saber dizer que não na hora certa. Sou uma mãe que converso muito com o meu filho, não há tabus entre nós, a nossa relação é muito aberta, fala se de tudo, nunca tive problemas, sempre estou para o bem e para o mal. Tentamos resolver sempre os problemas através do dialogo. Estou muito orgulhoso do meu filho. Hoje em dia os pais não têm tempo para estar com os filhos e daí haver tantos problemas. Os pais são os primeiros a mentir, mentiras que não prejudicam mas as criança captam tudo. Por exemplo, a criança não quer ficar na escola e a mãe diz à criança que fica só um bocadinho que a mão só vai ao médico. Porque é que a mãe não conversa com a criança e diz a verdade! A criança compreende e fica calma, com a mentira a criança fica ansiosa e pergunta compulsivamente se a mãe demora. Antes de tudo os pais precisam de assumir que são responsáveis pelo amadurecimento do filho, isso implica enfrentar esses problemas e fazer com que a criança entenda o que é certo e o errado, através de palavras claras e sem agressividade. Os pais são os heróis dos filhos e ele segue os seus exemplos, então nada de mentir para os filhos.

    Cristina Marvanejo
    Puericultura

  7. Boa noite,

    De acordo com o que pude entender deste tema, fico perplexa ao pensar que existem pais que podem tratar os próprios filhos assim, com agressividade, a rebaixar sangue do próprio sangue, a exigir dos filhos metas ou objetivos que nem eles próprios conseguiram atingir nas suas vidas. Muitas vezes os pais exigem dos filhos aquilo que um dia sonharam ter ou ser e “empurram” essa responsabilidade para cima deles.
    As crianças têm os seus próprios sonhos, objetivos, metas; NUNCA se devia exigir de uma criança, aquilo que se devia exigir de um adulto.
    Concluindo assim o raciocínio, os filhos de pais exigentes “quebram” face a tanta rigidez a que são sujeitas diariamente. Temos os casos do nosso dia-a-dia, daqueles adolescentes que são impetuosamente vigiados pelos pais para entrarem na melhor escola, na melhor universidade: assim que encaram a liberdade na vida de um universitário, transcendem de tal forma que ficam irreconhecíveis pelos próprios amigos, permanecendo aos olhos dos pais aquele/a adolscente em quem depositam a sua confiança e os seus desejos.
    Se os pais querem assim tanto ver os seus filhos a concretizar os seus sonhos, não deviam pressioná-los mas sim acompanhá-los, auxiliá-los de forma a que eles sintam os pais não como um peso mas como um apoio, percorrendo o caminho juntos.

    1. A compreensão da verdade está relacionada com o desenvolvimento infantil.

      Antes dos 3 anos de idade as crianças consideram que os adultos, nomeadamente os cuidadores, conseguem ler os seus pensamentos por incompreensão da sua privacidade. É portanto, por volta dos 3-4 anos, período coincidente com uma forte imaginação, que as mentiras surgem. Nesta altura, a criança percebe que o adulto não tem acesso ao que pensa e testa a aquisição de novos conhecimentos através da narração de histórias ou simplesmente procura justificações para as suas ações em motivos fantasiados, repletos de imaginação. Por exemplo, justificando a desarrumação do quarto culpando o lobo mau que desarrumou os brinquedos. A separação entre realidade e fantasia pode ser ténue e portanto as mentiras podem surgir num contexto de atividade imaginativa que não deve ser punida; os amigos imaginários são um ótimo exemplo.

      Dos 4 aos 6 anos mentem com maior frequência, aos 4 ao ritmo de 2 horas e aos 6 de 90 minutos. Nesta altura, com um vocabulário mais rico e melhor compreensão do comportamento dos outros a mentira torna-se mais complexa e sofisticada. Nos primeiros anos escolares a criança deseja agradar os pais mais do que fazer o que é correto surgindo frequentemente mentiras que permitem ir ao encontro das expectativas parentais.

  8. Boa noite.
    Infelizmente ainda existem este tipo de pais autoritários e que recorrem a violência para “educarem” os filhos, não concordo com este método. Pois faz com que a criança se revolte e se torne um pessoa ou igualmente violenta como os seus pais ou uma pessoa com medos. O que não é nada saudável para uma criança.
    Quanto a mentira não é só pelo excesso de controlo dos pais que as crianças mentem, conheço crianças que os pais são liberais e mesmo assim as crianças mentem só para se livrarem de castigos (e nada de violência).
    Elisabete Valente
    Aluna do Curso Puericultura
    EL7097S

  9. Quando me refiro a pais autoritários, não me refiro a pais severos , agressivos.
    Refiro-me a pais que incutem regras e mostram que para terem defeitos também têm deveres.
    O pai liberal não prepara os filhos para a sociedade, porque pela vida fora ,as nossas crianças irão ouvir alguns nãos, irão ser contrariadas em algumas situações, por isso nada melhor que uns pais que imponham algumas regras e limites.

  10. Boa tarde!
    Quero felicitar a aluna Francisca Luciano por ter abordado este tema. Ótimo resumo. Não sou mãe, mas não tinha noção que os filhos pudessem vir a transformar-se em mentirosos devido às exigências dos pais, embora sabendo que a Educação é muito importante e é algo que todos nós precisamos. Na minha opinião, eu penso que o conhecimento/sabedoria é uma peça fundamental para a educação de um filho. Eu, muitas vezes oiço dizer que a educação de antigamente, não era como a educação dos dias de hoje, tanto em casa como na escola. Não devia ser fácil, mas existe pais que hoje em dia, aplicam os mesmos métodos ou parecidos com os que tiveram quando eram crianças (bater, gritar, ser rígido demais…). Isso é péssimo! Pois a criança, não vai ter um bom desenvolvimento, para além de mentir, pode tornar-se agressiva, tímida, insegura… Daí eu pensar que devemos obter conhecimento, tentar fazer melhor, já que estamos sempre a aprender. Mesmo que não aprendamos da melhor maneira, tentar ver sempre pelo lado positivo.

  11. Concordo com o texto, antigamente a educação era mais rígida, existia mais respeito pelos mais velhos, pelos pais, pelas professoras, mas por outro lado tal rigidez criava barreiras afectivas. As crianças viam os pais como figuras de autoridade , tinham medo de falhar, de serem repreendidos porque sabiam que a maior parte das consequências seriam físicas. Ao contrário dos dias de hoje que podemos observar da parte de muitos adolescentes uma total falta de respeito pelos adultos e pelos seus progenitores. Crianças mimadas sem a mínima noção das consequências, tudo lhes é facilitado mesmo quando não o merecem. Vemos pais negligentes a muitos níveis ou por falta de interesse, ou porque trabalham muitas horas, ou porque chegam cansados a casa…muitos factores determinam essa “ausência” que afecta o futuro e põe em causa a formação destas crianças enquanto adultos responsáveis. Penso que podemos ser medianos no que diz respeito à maneira como educamos as nossas crianças. Não demasiado rígidos nem demasiado liberais. As crianças precisam de equilíbrio. Precisam de ser corrigidas e castigadas aquando das suas atitudes mais negativas para terem noção que existem consequências, e precisam também de ser motivadas e acarinhadas para se tornarem adultos saudáveis e confiantes. E essa educação deve ser dada permanentemente, não se deve mudar de estratégia ou por falta de tempo ou por cansaço senão não irá dar resultados. É importante manter sempre a mm linha de pensamento em relação às crianças para criar hábitos e elas precisam disso. E esse papel cabe não só aos pais mas também como ao resto dos adultos que fazem parte da vida dessas crianças.
    Raquel Monteiro, EL6786R, Educação Infantil

  12. Andreia Veiga Puericultura e Educação infantil EL7036S
    Concordo com o artigo, realmente existe algo de muito errado com a educação dada hoje em dia mas não dizendo que a de antigamente que era á base de “porrada” era melhor mas sim havia um respeito que hoje parece não existir. Sou da opinião que não é preciso bater para educar os nossos filhos mas uma palmada na hora certa nunca matou ninguém. Não existe bom senso da parte dos pais no que é correto fazer ou deixar de fazer, os liberais criam os filhos comprando-os com bens materiais pois não estão presentes e admitem todo o mau comportamento associando o mesmo á rebeldia e sentem se culpados deixando o problema evoluir. Depois temos os autoritários e severos que não têm noção de que estão a criar filhos que possivelmente vão fazer dos outros vítimas de bullying para se vingarem do que sofrem em casa, da pressão constante das regras impostas. Porque não deixar a criança ser criança dentro dos limites do bom senso? Usar a brincadeira para ensinar as coisas boas e aproveitar as coisas menos boas para ensinar/aplicar castigos para que percebam que erraram ? Parece simples o suficiente certo? Eu sigo este sistema com os meu filho autista e vou seguir com o meu bebé. Posso até não estar correta mas os meus filhos são crianças felizes e é o que importa.

  13. “Pais muito rigorosos podem transformar os seus filhos em “bons mentirosos””.
    concordo com esta afirmação pois não são só os pais rigorosos mas também pais que nem se preocupam com a escola de seus filhos e quando fazem queixas de seus filhos, batem-lhes e repreendem-nos e as crianças com medo de uma próxima vão mentir e inventar desculpas, conheço casos assim, onde até os pais deixam as crianças na escola até mais tarde só para eles fazerem os trabalhos na escola para não virem para casa fazerem porque não querem sequer perder um pouco de tempo a ajudar os seus educandos a fazer os trabalhos, muitos deles nem sabem o que os filhos estão aprender na escola se é os números, as letras, expressões, ou qualquer seja a matéria. acontece depois perguntar se os filhos já fizeram os trabalhos e estes mentem a dizer que já fizeram onde na realidade não fizeram nada. São casos verídicos e presenciados por mim.

    Carina Carreira, Educação Infantil, EL6960R

  14. Ana Cristina Gonçalves Constâncio, Educação Infantil, EL6959R

    Pais muito rigorosos podem transformar os seus filhos em mentirosa, os pais por vezes da maneira como tratam os filhos, os pais não ouvem os filhos, são por vezes bastantes rígidos nas palavras agressivas, que falam com as crianças…
    Os pais alguns esperam bastante dos filhos e quando os filhos fazem o mal , algum batem ate amachucar, até que os seus filhos podem virar agressivos e com bastantes autostima baixa,rebeldia.
    A criança com tanta pressão por parte dos pais, aprende a mentir e a esconder tudo só por medo que os pais possam fazer ou dizer.

  15. Pais muito exigentes convertem os seus filhos em mentirosos.

    Os Pais sao as referências e os modelos a seguir das crianças, por isso , temos que ter muito cuidado em como nos relacionamos e que edecação queremos para os nossos filhos.

    O sitema de imposição de disciplina tais como castigos privações e regras escritas que tentam forçar as crianças afazerem as coisas, tem um efeito devastador sobre o auti-estima das crianças.

    As crianças aprendem e vivem o que vêem , isto é, imitam tudo os que pais fazem , por isso , se aprenderem que devem temer para fazer bem as coisas aprenderão a intimidar os outros para conseguir o que querem ex: Se os pais gritam com a crianças, ela gritarão, se usa força, ela também usa a força.
    Este estilo de criação autoritária ou exigente fará com que a criança sinta que seus pensamentos não são valorizados e que seus pais nao estarão ao seu lado para gerir os sentimentos deficies , nem para que aprenda a se comportar bem ao se sentir sozinha e abandonada emiocionlmente , daí o seu auto-estima baixa .
    Este tipo de tratamento que as criancas recebem dos pais , deixam as criancas num estado de agitação e preocupadas em tentar inventar alguma desculpas ou justificação para qualquer acção que praticarem , pois têm na mente que terão que prestar contas aos seus pais.
    Portanto e importante manter um equilíbrio na educação das crianças para se evitar comportamentos desviados.

    Isabel Tembe Chissano
    Curso de Educação Infantil

  16. vera morais do curso de educação infantil EL7236S
    A educação de hoje é muito diferente de há uns anos eu fui educada pelos meus pais juntamente com os meus 5 irmãos e hoje eu tenho dois filhos uma ainda é pequena mas quero lhe dar uma boa educação.
    E tenho um filho que vai fazer 7 anos esse da mais dores de cabeça as vezes nao sei o que fazer com ele eu bem tento lhe dar uma boa educação mas ele é muito erriquieto tem pilhas durassel.
    mas nos pais é que devemos dar uma boa educação aos nossos filhos mesmo eles sendo erriquietos.

  17. cabe aos pais passar as crianças a crença em seus valores,estimular o seu potencial e faze-lo acreditar que é capaz com regras. Regras são boas desde que naõ sejam paralizantes.E´preciso saber até onde elas existem pela disciplina e que ponto elas se tornam apenas em autoritarismo.Não creio que um pouco de autoridade seja mau,Devemos sim incentivar os filhos,naõ deixa-los desistir a primeira.Devemos cobrar desempenho escolar dos filhos,cobrar para mim é um ato de amor pela educação do nosso filho.Dizer NÃO é muito importante na educação dos nosssos filhos.

  18. Encerramento do Fórum.

    Caros alunos e alunas,
    Gostei muito das vossas participações no Fórum/Blog deste mês.
    Os vossos comentários, foram muito enriquecedores, ponderados e devidamente fundamentados, especiais, cada um em particular. Apresentaram exemplos, críticas, e opiniões pertinentes. Mostram o vosso interesse e conhecimento sobre o tema apresentado.
    Todos cumpriram os objetivos propostos de refletir sobre esta temática do âmbito do nosso curso.
    Gostaria de relembrar que o fórum está aberto à participação dos alunos, não só nos comentários, como também na elaboração de artigos ou escolha de temas. Fico a aguardar a vossa contribuição.

  19. As vezes as crianças são mentirosas porque se calhar a país que não educação ao seu próprio filho.
    Se não deram agora mais tarde eles ficam pior ainda.

  20. Na minha opinião hoje em dia está muito diferente de uns anos atrás, antigamente a educação era muito rígida, meu pai e minha mãe contavam que na escola quem não obedecia ou não soubessem de alguma coisa levavam com a régua na palma da mão. Hoje em dia a educação já é outra há crianças educadas mas será que são todas pois mas infelizmente ainda há muitas crianças que são muito mal educadas e claro culpa dos pais. Temos que saberço uma coisa muito importante que nunca se deve discutir em frente das crianças porque elas imitam o que fazemos a criança pode ficar mais violenta e ficar com medos e é o que não é nada saudável para a criança. ( Nada de violências)
    Carla vasconcelos curso educação infantil EL5503K

    1. Nisso tens toda a razão antigamente quando as crianças se portavam mal a professora bateu na criança a reguada. Mas hoje em dia já não é nada assim já é tudo diferente.

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