Fórum do mês de janeiro- A Obesidade Infantil

 

Antes de mais, desejo-vos um feliz ano novo!

Após a época festiva e, numa altura em que se fala tanto na alteração das políticas públicas sobre alimentação, proponho a discussão sobre o tema da obesidade.

A obesidade infantil é considerada pelo Organização Mundial de Saúde como um dos desafios mais graves de saúde pública do século XXI. O problema é mundial e tem aumentado a um ritmo alarmante. Globalmente, em 2013, o número estimado de crianças com excesso de peso com menos de cinco anos de idade era mais de 42 milhões. Cerca de 31 milhões delas vivem em países em desenvolvimento.

Excesso de peso e obesidade são definidos como ” acumulação anormal ou excessiva de gordura que apresenta um risco para a saúde ” .

É difícil desenvolver um índice simples para medir o excesso de peso e obesidade nas crianças e adolescentes porque os seus corpos passam por uma série de alterações fisiológicas à medida que crescem . Dependendo da idade, existem métodos diferentes para medir o peso de um corpo saudável.

A obesidade infantil está associada a uma maior probabilidade de morte prematura e incapacidade na vida adulta. As crianças com excesso de peso e obesas são mais propensas a ficar obesos na idade adulta e a desenvolver doenças não transmissíveis (DNT) como diabetes e doenças cardiovasculares numa idade mais jovem. Para a maioria das DNT resultantes da obesidade, os riscos dependem parcialmente da idade de início e da duração da obesidade.

As consequências para a saúde mais significativas relacionadas com excesso de peso e obesidade infantil, que muitas vezes não se manifestam até à idade adulta, incluem:

as doenças cardiovasculares (principalmente a doença cardíaca e derrame);
diabetes;
distúrbios músculo-esqueléticos;
certos tipos de cancro (do endométrio, mama e cólon).

Pelo menos 2,6 milhões de pessoas morrem por ano devido ao excesso de peso ou obesidade.

Razões para as crianças e adolescentes se tornarem obesos

A principal causa de excesso de peso e obesidade infantil é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. O aumento global do excesso de peso e obesidade infantil são atribuíveis a uma série de fatores, incluindo:

A mudança global na dieta para o aumento da ingestão de alimentos altamente energéticos que são ricos em gorduras e açúcares, mas pobre em vitaminas, minerais e outros micronutrientes saudáveis;
A tendência para a diminuição dos níveis de atividade física devido à natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de brincar.

A Organização Mundial de Saúde reconhece que o aumento da prevalência da obesidade infantil é resultado de mudanças na sociedade. A obesidade infantil está associada principalmente com uma alimentação pouco saudável e baixos níveis de atividade física.

Mas o problema está ligado não só ao comportamento das crianças, mas está também, cada vez mais, ligado ao desenvolvimento de políticas sociais e económicas nas áreas de agricultura, transportes, planeamento urbano, meio ambiente, processamento de alimentos, distribuição e comercialização, bem como a educação.

O problema é social e, portanto, exige uma abordagem multidisciplinar.

Ao contrário da maioria dos adultos, as crianças e adolescentes não podem escolher o ambiente em que vivem ou a comida que comem. Eles também têm uma capacidade limitada de compreender as consequências a longo prazo do seu comportamento. Eles, portanto, requerem uma atenção especial no que diz respeito ao combate da epidemia da obesidade.

O papel dos pais

A promoção de dietas saudáveis e atividade física regular adequada são fatores importantes na luta contra a epidemia da obesidade infantil. Por isso cabe aos pais:

Ter alimentos saudáveis e bebidas saudáveis disponíveis em casa
apoiar e incentivar a atividade física
limitar a exposição a práticas de marketing (por exemplo, limite de visualização de televisão);
ensinar as crianças a resistir à tentação e estratégias de marketing;
fornecer informações e competências para fazer escolhas alimentares saudáveis.
reduzir o tempo de não-ativo (por exemplo, ver televisão, computador);

Simultaneamente os pais são aconselhados a viver e promover um estilo de vida saudável, porque o comportamento das crianças é muitas vezes moldada pela observação e adaptação ao estilo de vida dos pais.

O papel da escola

A promoção de dietas saudáveis e actividade física na escola é essencial para combater a epidemia de obesidade infantil. As crianças e adolescentes passam um tempo significativo das suas vidas jovens na escola, o ambiente escolar é o cenário ideal para adquirir conhecimentos e competências sobre escolhas saudáveis e para aumentar os níveis de atividade física.

Resumindo, o excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas com estes fatores, são em grande parte evitáveis. Assim, a prevenção é a opção mais viável para conter a epidemia de obesidade infantil.

O objetivo na luta contra a epidemia da obesidade infantil é alcançar um equilíbrio de energia que pode ser mantido ao longo do tempo de vida do indivíduo.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.
A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

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18 thoughts on “Fórum do mês de janeiro- A Obesidade Infantil

  1. Existe um estudo da Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil que indica que em Portugal aja 28,5% de crianças entre os 2 e os 10 anos que tem excesso de peso, entre as quais 12,7% são obesas e usou para analisar uma amostra de 17,698 crianças, em idade escolar, no ano lectivo de 2016/2017 de 7 unidades territoriais portuguesas.
    E ainda conclui que 65% das crianças em Portugal, entre as idades dos 2 aos 10 anos, não cumprem a recomendação internacional para a ingestão mínima de 3 porções de legumes diárias.
    Ou seja, a obesidade infantil está associada ao desenvolvimento de outras doenças graves como cardiovasculares, hipertensão, diabetes, asma, doenças do fígado, apneia do sono e outros tipos de cancros.
    De acordo com a Organização Mundial da Saúde a obesidade é a segunda principal causa de morte no mundo que se pode prevenir, a seguir ao tabaco.

    1. Márcia Pereira
      Puericultura e Educação infantil EL8100U

      Obesidade infantil

      A obesidade é uma doença crónica porque não tem uma cura definitiva e deve ser controlada durante toda a vida.
      Ou seja, mesmo que uma criança obesa seja tratada e emagreça, terá sempre tendência a engordar novamente.
      A obesidade infantil deve ser tratada o quanto antes, até porque esta associada ao desenvolvimento de outras doenças graves, tais como por exemplo : a diabetes, a tensão alta etc…
      As crianças obesas enfrentam ainda graves problemas sociais e psicológicos, até porque todos nos estamos conscientes que as crianças podem ser “mazinhas” entre elas “gozarem” pelo facto de verem uma criança mais fortezinha .
      Para evitar tudo isso as nossas crianças deveriam ser bem nutridas , fisicamente ativas e saudáveis!
      O melhor para tratar uma criança obesa é ser acompanhada pelo médico (nutricionista), mas também e muito importante serem acompanhadas pelos pais e mesmo outros cuidadores para mudar o modo de vida, para uma vida mais saudável. Todos nos merecemos e principalmente as nossas crianças!

  2. Obesidade Infantil

    A obesidade Infantil e um problema de saude cada vez mais frequente nos ultimos anos, e e uma patalogia que pode causar graves problemas de saude no futuro..
    A obesidade Infantil e uma condicao em que o excesso de gordura corporal afecta negativamente a saude e o bem estar da crianca
    Eu acho que a prevencao deste mal devia comencar durante a gestacao , com a mae adontando uma alimentacao saudavel e que nao prejudique a saude de nenhum, isto e , da mae e filho. Para isso, durante a geatacao, deveria haver nas consultas da maternidade palestras sobre alimentacao saudave.

    As causas da obesidade infantil,segundo varios os estudos realizados, todos apontam para os erros alimentares, falta de exercicios fisicos e outros fatores geneticos.

    Entre varias consequencias que este mal tras nas criancas, temos a diminuicao de auto-estima, problemas respiratorios, riscos de contrair doencas como diabetes, gordura no figado entre outras

    Perante este problema, que se diga que e do seculo, os pais e encaregados de educacao bem com nas escolas, sao chamados a intervir para inverter esta situacao.
    – Os pais ou encaregados de educacao, deveriam se esforcar para prover alimentos e bebidas saudeveis em casa, promover actividades fisicas caminhadas etc…
    -limitar ao maximo o tempo de assistir a telivisao, de usar os computadores , telephones etc..
    Nas escolas , umas vez que as criancas passam a maior parte do tempo na escola, seria uma boa alternativa para o confecionamento de alimentos saudaveis e o equipar os ginasios da escola com instrumentos de actividades fisicas..

  3. Concordo que o aumento da obesidade infantil é resultado de mudanças na sociedade. Eu como jovem posso dizer que as crianças mesmo com cantina na escola, comem mal, pois muitas vão ao bar da escola ou as maquinas ou ao supermercado na sua hora de almoço e comem muita porcaria durante o dia. Depois chegam a casa comem, veem tv, jogam pc, etc. Muitos pais não ajudam (ou não consehuem ajudar pois as crianças não lhes apetece) por exemplo a fazer caminhadas ou a brincar na rua, andar de bicicleta… Eu estive dos 10 aos 17 numa escola privada de raparigas noutro pais e la as aulas de ed.fisica faziam-nos suar… quando vim para o 10ºano aqui em portugal podia-me sentar e observar só os outros e não fazer nada de nada.
    Eu antes de ir para o estrageiro era considerada uma criança obesa e só aos 14 é que consegui estabelecer o meu peso, hoje tenho 20 e continuo bem tenho uns 4quilos a mais mas estou bem assim. No entanto a minha irmã com 29anos que quis permanecer sempre ca em portugal tem excesso de peso…

  4. No nosso pais uma em cada três crianças te excesso de peso, este facto deve se a uma alimentação desequilibrada e a falta de exercício físico.Todas as crianças deveriam ser fisicamente activas e bem nutridas, contudo a realidade e bem diferente.
    A criança obesa esta em risco de vir a sofrer de graves problemas em adolescente e adulto. tem maior probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, asma, doenças do fígado, apneia do sono como vários tipos de cancro, alem de estarem mais sujeitas a maus tratos na escola por parte dos colegas e a outros tipos de discriminação.
    Resumindo podemos tentar resolver o problema começando por estabelecer quantidades de alimento de acordo com a idade da criança, ingestão de sopas que contem muitos nutrientes, comer grelhados em vez de fritos, frutas e vegetais. Evitar o consumo de fast food e de refrigerantes e reduzir o tempo a que a criança esta em frente a tv e ao computador. Optar por sair de casa dar caminhadas, andar de bicicleta, jogar a bola saltar a corda. Planear passeios em família. E sobretudo os pais devem dar o exemplo alimentando-se bem e fazendo exercício físico.

    Ana Catarina
    Educação Infantil
    EL7302S

  5. A obesidade infantil é sem dúvida um facto inegável que afeta muitas crianças .
    Considerado um dos problemas de saúde pública mais graves do século vinte e um, na minha opinião uma das causas é sem dúvida o fácil acesso aos produtos chamados fast-food, qualquer criança pode ir a estas lojas de comida processada que lhe são fornecidos todos os alimentos pretendidos.
    Na minha opinião nao deveria ser premitida a venda a crianças menores de quinze anos a não ser acompanhada dos pais ou adulto.
    Outra das causas é o facto das crianças estarem sempre ligadas as novas tecnologias, jogos PSP, computador, televisão, para além do sedentarismo, são através destes meios que as crianças sendo o público alvo são bombardeadas por publicidades apelativas, como por exemplo os brides na compra de determinado produto.

    Estamos num mundo cada vez mais industrializado em que os pais depois de um longo dia de trabalho acabam influenciados pelos filhos a comerem alimentos pré-preparados que são sem dúvida muito mais gostosos e de rápida confeção, do que a preparar uma refeiçao saudável que demora um pouco mais a preparar e não sabe tão bem.

    Na minha opinião já existe uma preocupaçao por parte dos país para a importância de uma alimentação saudável e para a prática de exercício físico.
    Como testemunho posso dizer que trabalho numa Creche em a alimentação é sem dúvida um preocupação, desde de sempre houve um cuidado para com as refeições que são servias ás crianças, as ementas são preparadas por uma Pediatra e por uma Nutricionista. Mesmo assim alguns país prepuseram alterações na ementa com mais saladas e legumes e redução de sal proposta esta que foi discutida e aceite.
    É tudo uma questão de hábitos as crianças adapam-se facilmente.
    As boas práticas alimentares são sem dúvida um bom seguro de saúde.

    Luciana
    Curso Puericultura /EL8185U

  6. A obesidade infantil esta a crescer cada vez mais, as crianças cada vez têm uma alimentação menos equilibrada.
    Muitas é mesmo a base de doces, fritos etc…
    No meu ver cabe muito aos pais mudar isso e fazer para que isso não aconteça, é importante as crianças comerem regularmente legumes, fruta, beber água evitando sumos etc…
    Fazer exercício físico também é muito importante, pois as crianças hoje em dia estão muito agarradas a televisão, computadores, e isso não está correto.
    Elas sozinhas não conseguem mudar isso pois não entendem o que uma má alimentação, o não fazer exercício entre outros pode fazer a sua vida futura, as doenças que lhe pode trazer, por isso o papel dos pais para mim ser fundamental.

    Ana Rocha
    Educação Infantil
    EL8036U

  7. A obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de peso entre bebês e crianças de até 12 anos de idade. A criança é identificada como obeso quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade.
    A obesidade está relacionada a uma série de factores como hábitos alimentares e actividade física, além de factores biológicos, comportamentais e psicológicos. Não se trata de um problema meramente estético. Além de frequentemente sofrerem “bullying” por parte dos colegas, adultos obesos tendem a ter filhos obesos e também com sérios problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas e a má formação do esqueleto. O sobrepeso e a obesidade são o quinto factor principal de risco de disfunção no mundo. Infelizmente a sociedade esta cada vez mais a aderir á comida de plástico e as crianças não podem fazer as suas próprias escovinha comem o que os metem na mesa.

  8. Os níveis de obesidade na União Europeia tem vindo a aumentar drasticamente na última década. Aliás está considerado como um dos mais sérios desafios de saúde pública do seculo XXI.
    Portugal é o quinto país com mais crianças obesas na Europa. Em 2014 as nossas crianças eram das mais obesas, apesar de nos últimos anos a percentagem ter vindo a diminuir no país. O facto de em Portugal diminuir o consumo de açúcares e de refrigerantes e aumentar a percentagem de crianças a praticarem atividade física com regularidade, ainda não houve uma melhoria suficiente para tirar o país do top dos mais obesos.
    Temos de repensar cada vez mais nos padrões de comportamento alimentares, quer nossos, adultos, quer das nossas crianças, pois os adultos são um modelo/exemplo a seguir pelas nossas crianças…
    Á medida que as nossas crianças vão crescendo e entrando na adolescência, pioram o seu comportamento alimentar e a alimentação saudável deixa de se tornar cada vez menos comum. Deixam de comer frutas, legumes, aumentando o consumo de doces, refrigerantes, e refugiam-se no consumo do fast food e no sedentarismo através dos do uso excessivo das novas tecnologias (telemóveis, PSP, playstations, computadores)…
    Cabe a nós, sociedade, pais, cidadãos, mudar a nossa mentalidade e as das nossas crianças, pois com o dia-a-dia, por vezes torna-se difícil, chegar a casa depois de um dia de trabalho, tratar das crianças, e fazer um bom jantar dentro dos bons hábitos alimentares, mas temos mesmo que fazer esse esforço, pois um dia, já pode ser tarde para conseguir recuperar o passado. Porque para além do risco de desenvolver vários problemas de saúde, como diabetes, doenças cardiovasculares, reflete-se a nível estético, promovendo problemas de natureza emocional, como depressões…
    Resumindo temos que incentivar as nossas crianças a brincarem ao ar livre, a sujarem-se, a divertirem-se, no fundo a serem crianças, acompanhadas por uma boa alimentação rica em fruta, legumes, para crescerem saudáveis e tornarem-se pessoas com bons princípios de maneira a um dia poderem transmiti-los aos seus filhos….

  9. Os níveis de obesidade na União Europeia tem vindo a aumentar drasticamente na última década. Aliás está considerado como um dos mais sérios desafios de saúde pública do seculo XXI.
    Portugal é o quinto país com mais crianças obesas na Europa. Em 2014 as nossas crianças eram das mais obesas, apesar de nos últimos anos a percentagem ter vindo a diminuir no país. O facto de em Portugal diminuir o consumo de açúcares e de refrigerantes e aumentar a percentagem de crianças a praticarem atividade física com regularidade, ainda não houve uma melhoria suficiente para tirar o país do top dos mais obesos.
    Temos de repensar cada vez mais nos padrões de comportamento alimentares, quer nossos, adultos, quer das nossas crianças, pois os adultos são um modelo/exemplo a seguir pelas nossas crianças…
    Á medida que as nossas crianças vão crescendo e entrando na adolescência, pioram o seu comportamento alimentar e a alimentação saudável deixa de se tornar cada vez menos comum. Deixam de comer frutas, legumes, aumentando o consumo de doces, refrigerantes, e refugiam-se no consumo do fast food e no sedentarismo através dos do uso excessivo das novas tecnologias (telemóveis, PSP, playstations, computadores)…
    Cabe a nós, sociedade, pais, cidadãos, mudar a nossa mentalidade e as das nossas crianças, pois com o dia-a-dia, por vezes torna-se difícil, chegar a casa depois de um dia de trabalho, tratar das crianças, e fazer um bom jantar dentro dos bons hábitos alimentares, mas temos mesmo que fazer esse esforço, pois um dia, já pode ser tarde para conseguir recuperar o passado. Porque para além do risco de desenvolver vários problemas de saúde, como diabetes, doenças cardiovasculares, reflete-se a nível estético, promovendo problemas de natureza emocional, como depressões…
    Resumindo temos que incentivar as nossas crianças a brincarem ao ar livre, a sujarem-se, a divertirem-se, no fundo a serem crianças, acompanhadas por uma boa alimentação rica em fruta, legumes, para crescerem saudáveis e tornarem-se pessoas com bons princípios de maneira a um dia poderem transmiti-los aos seus filhos….

    Marlene Cunha
    Educaação Infantil
    EL6733R

  10. A obesidade infantil é um dos grandes problemas infantis de hoje em dia! Pois derivado a vária publicidade e há falta de informação, sobre “o bem, e o mal”.
    Na minha opinião devia ser dispensado um nutricionista, sem terem de pagar balúrdios para ajudar os pais a evitar a obesidade, ajudar no que as crianças devem ou não comer, ajudar os pais a fazer uma ementa saudável, pois a obesidade infantil tem muita falta de comunicação e a situação só piora.
    Nos sociedade, temos de pensar no que será no futuro destas crianças, pois são tão novas e já com tantos problemas, pois a obesidade infantil vai piorando ao longo dos anos, e com o passar do tempo vai trazendo problemas mais graves para a saúde destas, temos de pensar em medidas para ajudar a reduzir este “problema”, fazendo mais anúncios, televisivos ou até mesmo em revistas/jornais, nas paragens dos autocarros ou quer que seja com informações, porque muitos dos pais hoje em dia nem sabem o que causa a obesidade, pensam que “comer só hoje” não traz problemas para depois!

    Educação Infantil
    Ana Guerreiro
    EL7746T

  11. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a obesidade infantil é um dos problemas de saúde pública mais grave do século XXI, principalmente nos países ainda em desenvolvimento.
    A obesidade é uma condição de excesso de gordura corporal que vai afetar negativamente a saúde ou o bem-estar de uma pessoa, neste caso o das crianças. Portanto, a obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de peso dos bebês e de crianças até aos 12 anos. A criança é então identificada como obesa quando o seu peso corporal ultrapassa cerca de 15% do peso médio correspondente para a sua respetiva idade.
    As principais causas de obesidade infantil podem ser o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras e açucares, o sedentarismo, distúrbios hormonais, doenças genéticas e até certos padrões comportamentais.
    A obesidade pode trazer vários riscos a saúde, pois pode levar a obesidade mórbida, pode causar doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes. Além destas, pode também levar a baixa autoestima, podendo levar mesmo até a depressões.
    Portanto, visto isto cabe a nós pais e educadores mudar as atitudes das crianças para o bem delas, ou seja, consultar um médico para analisar o caso da respetiva criança e de seguida fazer certas mudanças, como por exemplo, dar a criança uma alimentação saudável e fazer com que a criança não se entregue ao sedentarismo praticando atividades físicas e fazer também com que a criança realize atividades ao ar livre, convivendo mais com outras pessoas e tenha novas experiências.

    Andreia Siquenique, EL7696T

  12. A obesidade Infantil está cada vez mais presente nos nossos dias. Ainda me lembro quando pela primeira vez ouvi falar que uma criança, estava a desenvolver hábitos de puxar o vómito após as refeições pois comia em demasia. Fiquei pasma, não queria acreditar que era verdade, as crianças comem o que lhes damos, somos responsáveis por tomar decisões por eles enquanto crianças sem discernimento para tal.
    Fui mãe e sei bem o que é lutar contra a sociedade, familiares com mentalidades do século que passou. Todos nós temos há nossa disposição informação importantíssima sobre a alimentação das crianças, como pais recebemos questões e informação nos hospitais.
    Nos dias de hoje, quem nunca viu um aviso para não dar comida ás crianças sem permissão dos pais?!
    Eu própria já assustei pessoas da minha família… Um dia deram morango à minha filha e eu quando me apercebi, disse que ela era alérgica! Pois bem, todo mundo ficou em pânico, dito isto hoje todos me perguntam se podem dar o que, quer que seja. Antigamente era diferente, os tempos mudam, e as realidades também precisamos estar atentos.
    As escolas tem dietas saudáveis, mas não servirá de nada se as nossas crianças comerem de forma errada em casa.

    EL7150S
    Puericultura

  13. O texto, sem dúvida está bem explícito ao tratar-se da Obesidade Infantil. É chocante ver o número de casos que foi causado pela obesidade. Infelizmente, a obesidade não afecta só a criança como o adulto. Imagino que deve ser muito complicado para alguém que sofre de excesso de peso porque não só afecta o aspecto físico como o emocional ou o psicológico. Por exemplo, existe casos em que uma criança obesa que vai para escola, fica sujeita a ser gozada ou rejeitada por parte de alguns colegas, o que acaba por se isolar. A criança, também fica desmotivada e dificulta o seu desenvolvimento de comunicação. É muito triste, porque muitas das crianças não entendem que se trata de uma doença que torna-se prejudicial para a saúde do ser humano. Pelo que é sempre importante estarmos bem informados, quer em casa, na escola, em geral, a sociedade. Felizmente hoje, com as tecnologias, permite que tenhamos muito conteúdo por onde estudar, pesquisar, quer sobre este assunto ou outro. Devemos sempre estar prevenidos e optarmos por fazermos uma alimentação mais saudável, beber muita água e fazer exercício físico. Para tudo tem um equilíbrio. Na minha opinião e mais nos países desenvolvidos, a sociedade não se deve deixar influenciar ou fazer disso uma rotina, a alimentação tipo Fast food, pois, a probabilidade de sofrer de obesidade é alta. Concerteza, que um bom pai e uma boa mãe não querem que o seu filho/a sofra deste problema, por isso, acredito que serão responsáveis e passarão a boa conduta aos seus filhos. 🙂

    Vanessa Morais
    Educação Infantil
    EL6100P

  14. Em Portugal, 28,5% das crianças entre os 2 e os 10 anos têm excesso de peso, entre as quais 12,7% são obesas, de acordo com os resultados do mais recente estudo divulgado esta manhã pela APCOI – Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil que analisou uma amostra de 17.698 crianças, em idade escolar, no ano letivo 2016-2017, oriundas das sete unidades territoriais portuguesas (NUTS II).

  15. Obesidade infantil é uma condição em que o excesso de gordura corporal afeta negativamente a saúde ou bem-estar de uma criança. Devido ao aumento da obesidade em crianças e seus muitos efeitos adversos à saúde, a obesidade infantil é reconhecida como um grave problema de saúde pública.
    As causas da obesidade infantil podem ser sedentarismo, uma alimentação desiquilibrada baseada no consumo exagerado de alimentos ricos em gordura e açúcar, distúrbios hormonais, padrões comportamentais e até doenças genéticas. Alguns fatores psicológicos podem aumentar o risco de obesidade em crianças, fazendo com que as crianças comam mais do que o normal.
    Há casos de crianças com excesso de peso que começam ainda na gravidez devido ao tipo de alimentação seguido pela mãe. Nos primeiros meses de vida, não privilegiar o aleitamento materno faz com que as crianças tenham maior risco de ser obesas. Outros casos podem dever-se ao facto de adultos obesos tenderem a ter filhos obesos e também com sérios problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas e a má formação do esqueleto.
    Por vezes, os pais também são colaboradores de outra grande causa do aumento de peso: a falta de sono. É indispensável que os pais deem a atenção essencial a esse fato, acompanhando de perto a duração e a qualidade do sono de seus filhos, pois estudos afirmam que crianças que dormem pouco têm uma maior probabilidade de sofrer com aumento de peso, mesmo controlando outros fatores de risco.
    Os riscos da obesidade infantil incluem obesidade mórbida, doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes.
    Cátia Morais
    Curso de Educação Infantil
    EL7457S

  16. A obesidade é uma doença que afecta cada vez mais as crianças. Os pais devem ter muito cuidado com as crianças desde pequenos para poder prevenir sempre algo. Uma criança que tenha problemas de obesidade e não seja seguido por um pediatra pode mais tarde vir a ter problemas de saúde mais graves.
    Lúcia Soares
    Curso de educação infantil
    EL73080S

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