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About Rita Lourenço

Professora tutora do curso Ceac Gosto de pessoas, viagens, livros e cinema por esta ordem. Também gosto do silêncio, do amanhecer e do entardecer. De ouvir música, de ficar à conversa, do barulho do mar, da voz dos que amo, de coisas e memórias que guardo para sempre. Porque algumas coisas não se esquecem nunca.

FÓRUM MAIO 2015

COMO LIDAR COM AS BIRRAS

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As crianças entre os 18 meses e os cinco anos, fazem birras de variadas intensidades e feitios e pelos mais variados motivos, atingindo o seu auge entre os dois e os três anos.

De uma maneira geral, as birras são naturais, saudáveis e inevitáveis fazendo parte do normal desenvolvimento. Longe de ser um sinal de infelicidade é uma forma da criança crescer e adquirir uma visão mais madura acerca do funcionamento do mundo.

Como se manifestam?

Algumas crianças no segundo e terceiro ano de vida têm a tendência para tentar todas as espécies de comportamentos. A birra manifesta-se através de uma descarga explosiva de tensão, manifestada por rubor facial, aumento do ritmo respiratório e cardíaco associado a uma forte agitação corporal. Frequentemente gritam a plenos pulmões e podem deitar-se para o chão. Algumas experimentam a sensação de morder, dar beliscões, arranhar, atirar objetos para o chão, entre outros comportamentos.

Porque acontecem?

A partir do segundo ano de vida a criança adquire várias capacidades e aptidões, começa a andar, a falar sendo um período divertido e excitante. Começa a dar os primeiros passos na exploração da sua independência. Vive num contínuo vaivém, entre os seus desejos e progressos de independência e a sua necessidade de proximidade de segurança com os seus pais. Com a insaciável necessidade de conhecer e explorar o mundo que a rodeia, experimenta em simultâneo uma grande ambivalência interna e, surgem naturalmente as primeiras birras.

As birras não são mais do que um comportamento que reflete uma luta interior “quero ou não quero? Devo ou não devo?”. Na realidade, as birras tal como os acessos de humor do adolescente são sinais da luta para se separar, da luta para definir uma identidade.

Nestas idades, a palavra “não” torna-se numa das favoritas. O negativismo e a teimosia constituem características frequentes e próprias desta faixa etária (mais frequente entre os 18 meses e os 3 anos sensivelmente). Sentem muitas vezes necessidade de explorar os limites de tolerância de todas as pessoas que cuidam dela. Rapidamente aprende a agir e a aproximar-se do pai ou da mãe de maneiras diferentes.

É uma altura em que a criança se torna muito mais afirmativa e, pela primeira vez, começa a não obedecer. Os pais criam regras e os filhos naturalmente testam-nas. As birras são uma forma de descobrir se de facto as regras existem. Quando as crianças nestas idades ficam perturbadas têm tendência para reagir em vez de falar, o que significa que comunicam através do seu comportamento o seu mal-estar, sendo um desafio para os adultos decifrar as suas mensagens.

As birras podem se tornar assustadoras tanto para quem as vive como também para quem as observa. Assim, os pais embaraçados, envergonhados e até assustados são por vezes tentados a fazer de tudo para evitar que as birras aconteçam, ou seja, acabam por ceder aos desejos e caprichos dos seus filhos.

Tipos de birras

Apesar de existirem vários tipos de birras, são reconhecidas que a maior parte delas são basicamente desencadeadas por duas situações principais:

1 – Existem birras que estão relacionadas com a própria incapacidade da criança em levar uma atividade até ao fim para o qual ainda não está preparada. Quando as crianças estão cansadas, com fome, com sono, ou quando lidam com mudanças de hábitos ou rotinas podem se sentir frustradas e por isso explodir facilmente. A criança, que por exemplo, ainda não consegue gatinhar pode exibir uma birra por não suportar a frustração de não conseguir obter o objeto que busca. Os comportamentos agressivos como morder, dar pontapés, puxar os cabelos ou atirar objetos para o chão num acesso de fúria, estão habitualmente relacionados a periodos de sobrecarga emocional sendo uma forma de reagir ao stresse perante uma situação nova ou de algum modo especial. Também é frequente este tipo de birras ocorrerem no final do dia ou quando a criança se encontra demasiado cansada ou aborrecida, sendo uma forma de descarregar e descomprimir as emoções acumuladas.

2 – A birra também poderá estar associada ao conflito interno próprio da criança e à batalha para conseguir fazer as coisas à sua maneira. Este tipo de birra acontece quando a criança tenta manipular alguém de modo a obter o que deseja fazendo grande algazarra. Quando a criança insiste e faz uma cena aos berros, para obter por exemplo um brinquedo, está a afirmar o seu desejo e vontade.

 

Pontos Chave

A sensação de segurança de uma criança baseia-se no amor e na autoridade demonstradas pelos pais. A indecisão dos mesmos faz com que a criança se sinta insegura e essa insegurança repercute-se naturalmente através de problemas comportamentais. Quando se apercebem da falta de firmeza e consistência dos pais depressa assumem atitudes de manipulação e transgressão das regras.

Um segredo sensível é a capacidade dos adultos que cuidam da criança se manterem firmes, fazendo que as birras não compensem. As birras podem ser aproveitadas para ensinar e ajudar a criança a encontrar formas de se controlar e tolerar a frustração.

A maior parte das crianças tenta a sua sorte utilizando a manipulação através das birras . Os pais ao saberem lidar com elas, farão com que depressa desapareçam.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema das BIRRAS das crianças, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência:

 

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Rita Lourenço

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Fórum ABRIL

O mau comportamento infantil

Gostaria que partilhassem a vossa opinião sobre este tema

Lembrando sempre que nenhuma criança aprende alguma coisa, seja o que for, sem que uma fonte possa servir de referência.

Essa fonte pode ser um  adulto, um irmão mais velho, a televisão, os jogos, etc.

Vale a pena esclarecer que a instrução, que é o meio pelo qual se aprende qualquer coisa, pode ser negativa ou positiva, e tudo isso é material para a mente de uma criança.

Veja-se o exemplo dos jovens, ou mesmo adultos, muitas vezes supostamente esclarecidos, e ainda assim vulneráveis às corrente negativas, como os vícios pelas drogas, pelo jogo, e outros desvios morais. Agora imagine a mente de uma criança, que é um terreno vazio, sem discernimento algum, um livro com as suas páginas em branco, onde se pode escrever qualquer coisa.

Maus hábitos aprendem-se primeiro em casa, e depois são aperfeiçoados na rua. Sem predisposição para o assunto, o processo não vai adiante. Assim, tendo o exemplo, a sugestão, a referência, a incitação que surge ao seu redor, logo encontrará na rua o apoio que precisa para dar continuidade à prática na qual já foi iniciado.

Pais que não se posicionam abertamente contra um mau hábito diante dos seus filhos, sendo que eles próprios precisam servir de exemplo, também, de forma indireta, estão apoiando os desvios comportamentais. Se a ideologia praticada em nossa casa, pelos nossos pais e irmãos mais velhos não for uma coisa construtiva, logo, lá fora se encarregará de contaminá-las com suas ideias e posturas absurdas.

Com bons exemplos em casa, e nesse caso as palavras só não bastam, nada do mundo lá fora será capaz de desviar a conduta dos nossos filhos. Bom exemplo significa uma boa ética e atitude pessoal, firme posicionamento contra as deformações sociais e manias bizarras, e a presença diária no convívio com os filhos. Diante de tudo isso, eles estarão encapsulados, blindados, contra o forte assédio das influências negativas que surgem de todos os lados, na sociedade patológica onde vivemos.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema da INDISCIPLINA das crianças, pesquise ou identifique maneiras de como agir perante esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência:

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Bebés amamentados tornam-se adultos mais inteligentes

Um estudo realizado no Brasil associa a amamentação à inteligência. De acordo com a análise, os bebés amamentados pelas mães têm melhores resultados em testes ao Quociente de Inteligência.

A investigação acompanhou cerca de 3.500 bebés até à vida adulta, analisando o seu percurso, os hábitos de amamentação das respectivas mães e o seu nível de inteligência.

Liderado por Bernardo Lessa Horta, da Universidade Federal de Pelotas, o estudo avaliou bebés oriundos de diferentes classes sociais e concluiu que a amamentação é um factor determinante no desenvolvimento da inteligência.

Publicadas no The Lancet Global Health, as conclusões da investigação revelam que os bebés que foram amamentados pelas mães obtiveram melhores resultados em testes de QI.

Os bebés que foram amamentados durante mais tempo conseguiram melhores resultados em testes de inteligência na idade adulta.

A análise conclui também que os bebés amamentados têm mais probabilidade de virem a ganhar um salário mais alto, por conseguirem completar mais níveis de ensino.

Estes dados reforçam a ideia de que os bebés devem ser exclusivamente amamentados, nos primeiros seis meses de vida, conforme recomenda a Organização Mundial de Saúde.

O leite materno é uma fonte privilegiada de ácidos gordos saturados que são essenciais para o desenvolvimento do cérebro, contribuindo ainda, de forma decisiva, para a saúde em geral dos bebés.

http://zap.aeiou.pt/bebes-amamentados-tornam-se-adultos-mais-inteligentes-62440

Fórum MARÇO

Obesidade infantil

A prevenção da obesidade é o primeiro passo para a prevenção de inúmeras complicações relacionadas com o excesso de peso, principalmente as doenças cardiovasculares. Atualmente em Portugal existem cerca 30% de crianças entre os 7 e os 9 anos com excesso de peso, 11% das quais são realmente obesas. Mas afinal como podemos diminuir estes números ou evitar que aumentem? O segredo para a irradicação deste problema está na prevenção! Apesar de se considerar que a obesidade tem uma predisposição genética, o certo é que apenas entre 5 a 25% tem como responsáveis os progenitores. Assim, os fatores ambientais são aqueles que influenciam mais a manifestação clínica da doença. As complicações mais frequentes numa pessoa obesa são a diabetes tipo 2, hipertensão arterial, colesterol aumentado, problemas ao nível dos ossos e articulações, problemas respiratórios, problemas ao nível emocional (baixa autoestima, autoimagem insatisfatória, isolamento social e sentimentos de depressão e rejeição) e doenças cardiovasculares (enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral). Numa fase precoce é possível educar as crianças a estabelecer novos hábitos alimentares e de atividade física mas, para isto, é imprescindível que toda a família esteja empenhada na mudança para existir uma fonte de motivação para a criança. O primeiro passo é criar hábitos alimentares, exercícios e atividades agradáveis para todos os membros da família. O segundo passo é estabelecer quantidades alimentares de acordo com a idade e dissuadir as crianças de consumir alimentos das máquinas de vending e estabelecimentos de fast-food, oferecendo sempre uma alternativa saudável que a criança possa levar de casa ou adquirir facilmente na escola. É necessário reduzir o tempo que as crianças passam ao computador e a ver televisão pois além desta última promover uma alimentação desequilibrada, devido à publicidade, tanto um como o outro reforçam o estilo de vida sedentário.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema OBESIDADE INFANTIL, pesquise ou identifique conselhos, medidas a adotar e dicas para combater este problema nacional/mundial que afeta as crianças.

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Rita Lourenço

Tenho que pedir senhas do Portal das Finanças para os meus filhos?

Não é obrigatório mas é altamente recomendável.

A partir deste ano – a após alguma indefinição da Autoridade Tributária – só serão considerados para efeitos de benefícios fiscais e deduções IRS 2015 as despesas declaradas via fatura junto da Autoridade Tributária pelos respetivos fornecedores. Ou seja, os bancos onde se tem o crédito à habitação, os médicos e farmácias a que se recorre no serviço privado e público, as escolas ou professores a quem se pagam serviços, entre outros, têm de emitir recibos no nome e número de contribuinte dos respetivos beneficiários dos serviços. Se não o fizerem, não haverá lugar às respetivas vantagens fiscais. E não o fazendo, compete aos próprios contribuintes vigiar o cumprimentos dos seus fornecedores denunciando-o, se for caso disso, junto das finanças. Em 2016 haverá um período para fazer essa denúncia (até 15 de março).

Mas como pode um contribuinte saber se a escola ou o médico do filho estão a declarar corretamente as despesas de educação e saúde com o dados fiscais da crianças? Só pode sabê-lo se aceder ao portal e-fatura e por lá for vigiando as faturas emitidas, pendentes ou ausentes. E só o poderá fazer se tiver pedido as senhas de acesso associadas ao número de contribuinte do filho.

Tantos filhos tenha com os respetivos números de contribuinte, tantas de acesso terá de pedir. Como pedir?

Basta ir ao Portal das Finanças, clicar na opção “Novo Utilizador” que surge a azul bebé na coluna da direita e seguir as instruções que lhe surgem numa janela como a que aqui se reproduz:

Como pedir acesso ao portal das finanças

Leia mais: http://economiafinancas.com/2015/tenho-que-pedir-senhas-do-portal-das-financas-para-os-meus-filhos/#ixzz3TWmJMcrL

FÓRUM FEVEREIRO

A tradição do dia dos namorados

Em Portugal, o Dia dos Namorados é comemorado no dia 14 de Fevereiro enquanto no Brasil se comemora a 12 de Junho. Este dia também é designado por Dia de São Valentim.

Em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de Fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine’s day dos americanos), um santo devotado à ideia do amor.

Na verdade, há dois santos “Valentim”. Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado no seu exército e nas guerras do que na vida em família , pois estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi mais longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentim, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimónios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentim também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as crianças. Um dia, Valentim foi preso pelos romanos por se ter recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do “Dia dos Namorados”. Mas não existe nenhum registo histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo António, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória – na época na Agência Standard Propaganda – sob encomenda da extinta loja Clipper.

Para melhorar as vendas de Junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:

“Não é só de beijos que se prova o amor”.

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de Junho tornou-se uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons…. uma infinidade de opções para se dizer “Amo-te!”.

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Em Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Em Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e rebuçados dos seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas “flocos de neve”.

No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é de as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o “giri choco” (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na lista de compras de grande parte da população feminina. Mas, muita gente ainda hesita em adotar a data, alegando que se trata de uma estratégia comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouco mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de Fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes.

Nas escolas as crianças apreciam fazer presentes ou cartões para seus amigos e professores.

Muitas escolas decidem dar a conhecer aos seus alunos o porquê e as causas do aparecimento do Dia De São Valentim, entre nós mais conhecido por Dia dos Namorados, assim como as actuais repercussões no nosso país e no mundo.

Em contexto de escola podem-se fazer apresentações de pequenas histórias sobre a vida e morte de Valentim que depois são devidamente exploradas pelos alunos, estimulando o diálogo e a exposição de ideias e pareceres por todos os participantes.

O objectivo é dar a conhecer às crianças os nossos hábitos e costumes, de forma a motivar o seu interesse uma vez que aos poucos vão-se perdendo algumas das nossas tradições. Podem, também, ser apresentadas canções alusivas ao tema.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema do DIA DOS NAMORADOS, pesquise ou identifique maneiras de comemorar este dia com as crianças ou partilhe a sua opinião/experiência:

Devemos incentivar as crianças a festejar este dia? O que acham mais correcto Dia dos Namorados ou Dia dos amigos? O que dizem às vossas crianças em sala de aula/casa?

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Rita Lourenço

FÓRUM JANEIRO

Damos-lhe sete razões porque chora o seu bebé. Saiba acalma-lo.

Os bebés choram. Não há como evitá-lo – é uma das formas que têm para comunicar. Como o seu bebé não lhe consegue dizer simplesmente o que quer, é possível que fique preocupada e se pergunte “Como vou eu saber o que quer?”. No início pode ser difícil, mas uma grande parte do trabalho dos pais funciona em regime de tentativa e erro, pelo que não tardará a conseguir prever as suas necessidades, interpretar os sinais e secar as suas lágrimas. Veja aqui as razões mais comuns para o choro do bebé. Se o seu pequenino não parar de se queixar, percorra esta lista e é muito provável que encontre alguma dica que a ajudará.

Como posso saber por que razão o bebé está a chorar?

Tem fome

Quando aprender a reconhecer os sinais de que o bebé quer comer – fica agitado, faz ruídos e procura a mama quando o pega ao colo – será especialista em dar-lhe de comer antes sequer de ele começar a chorar a sério. Até lá, é boa ideia começar por ver se tem fome quando começa a chorar. Dar-lhe de comer pode não parar o choro de imediato, mas deixe-o continuar se ele assim o desejar. Quando tiver o estômago cheio, ele para.

Tem a fralda suja

Alguns bebés dão imediatamente a entender quando precisam de mudar a fralda. Outros não se importam de ter a fralda suja – é quentinha e confortável. (Os pais ficam muitas vezes surpreendidos quando pegam na criança e descobrem que tem estado sentada em cima de uma fralda suja e que não deram o mínimo sinal.) De qualquer modo, é fácil de verificar e solucionar.

Tem demasiado frio ou calor

Os recém-nascidos gostam de ser embrulhados e ficar quentinhos. (Geralmente, para se sentirem confortáveis, precisam de mais uma camada do que um adulto.) Por isso, se tiver frio, por exemplo, quando tira a roupa para mudar a fralda, o bebé irá manifestar o desconforto começando a chorar. Irá aprender a mudar rapidamente a fralda e a vestir logo o bebé. Cuidado para não vestir demasiada roupa, já que é menos provável que se queixe de ter demasiado calor e não irá certamente chorar com o mesmo vigor.

Quer colo

Os bebés precisam de muitos mimos. Gostam de ver as caras dos pais, ouvir as suas vozes e o bater do seu coração, e conseguem mesmo detetar o seu cheiro característico (especialmente o do leite da mãe). Depois de mamarem, arrotarem e de terem uma fralda limpa, tudo o que os bebés querem é colo. Poderá recear estar a “mimar demasiado” o bebé se lhe pegar muito ao colo mas, nas primeiras semanas de vida, isso é impossível. A necessidade de colo varia muito de bebé para bebé. Alguns requerem muita atenção, enquanto outros conseguem passar grandes períodos de tempo calmamente sentados sozinhos. Se o seu bebé gosta de muita atenção, pegue-o ao colo, transporte-o num porta-bebé ou coloque-o ao seu lado.

Já não aguenta mais

Embora os recém-nascidos necessitem de muita atenção para se desenvolverem, também podem ficar facilmente sobre-estimulados e saturados. Irá reparar que o bebé chora mais do que o habitual depois de passar um feriado com muitos familiares adoráveis ou que, no final de cada dia, tem momentos em que parece chorar sem motivo nenhum. Os recém-nascidos têm dificuldade em processar todos os estímulos que recebem – as luzes, os ruídos, passar de colo em colo – e podem sentir-se muito confusos com tanta atividade. O choro é uma forma de dizer, “Chega!” E isso acontece normalmente quando o bebé fica cansado. Leve-o para um local sossegado e deixe-o descontrair durante um bocado e depois veja se o consegue adormecer.

Não se sente bem

Se tiver acabado de dar de mamar e tiver verificado se o bebé está confortável (pode estar incomodado com coisas tão simples como um cabelo à volta de um dedo do pé ou uma etiqueta da roupa que faz comichão), mas continua a chorar, tente ver a temperatura para ter a certeza de que não está doente. O choro de um bebé doente é normalmente diferente do choro de fome ou de frustração, e em breve saberá quando “há algo de errado” no choro do bebé e que será preciso levá-lo ao médico.

Nenhuma das situações anteriores

Às vezes é possível que não consiga descobrir o que se passa. Muitos recém-nascidos passam por períodos de agitação e não são facilmente consoláveis. Estes períodos de agitação podem consistir nalguns minutos de choro ou violentos choros de cólicas. As cólicas caracterizam-se por um choro inconsolável durante pelo menos três horas por dia e pelo menos três dias por semana.

Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/familia/bebe/artigos/dos-6-aos-12-meses-choro-do-bebe

 

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre “O choro do bebé”:

– Já passaram por esta situação, sem conseguir perceber por que chora o bebé?

– Que estratégias utilizaram para ultrapassar o problema?

Se desejar, pode partilhar dicas e conselhos, e também pode comentar as publicações dos seus colegas.

A sua participação conta em 20% para a avaliação da Unidade.

Bom Fórum para todos!

Fórum Dezembro

Natal em família

Presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar. Envolver as crianças nas preparações natalícias é uma excelente maneira de lhes incutir todo o espírito mágico desta quadra.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e as crianças, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver e dicas sobre os presentes para desfrutar ao máximo desta quadra em família.

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Rita Lourenço

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DECO CHUMBA 18 BRINQUEDOS PARA CRIANÇAS POR FALTA DE SEGURANÇA

A Associação de Defesa do Consumidor DECO “chumbou” a venda de 18 brinquedos, entre os 40 testados, apontando problemas como peças pequenas que se soltam com facilidade, pilhas acessíveis e fraca resistência ao impacto, foi divulgado esta terça-feira.

De acordo com a DECO, dos 18 brinquedos que chumbaram no teste, oito não cumprem a legislação nacional, facto que levou a associação a pedir à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a retirada dos mesmos das lojas onde são comercializados.

Os restantes dez apresentam falhas que não estão contempladas na legislação nacional, mas que a DECO considera perigosas, recomendando aos consumidores que evitem a sua compra e que a Comissão de Segurança de Serviços e Bens de Consumo (entidade oficial com competência nesta matéria), avalie os produtos em questão e se pronuncie sobre a sua perigosidade.

Entre os 18 brinquedos, há dez que a DECO revela serem de evitar oferecer às crianças por perigo de peças pequenas: são eles o veículo “Bandai Peppa Pig”, um estojo de cabeleireiro “Centroxogo Girl Beautiful”, um comboio de dinossauros “Dinosaur”, uma caixa de letras magnéticas “First Classroom Magnetic letters”, o jogo “Koala Dream Funny Faces” e o conjunto de bonecas “MGA Mini Lalaloopsy”.

Já os brinquedos Porquinho e Varinha, da “Oudamundo”, revelam ainda ter peças aguçadas, assim como a “Pampy Plasticina”, enquanto os carrinhos “Wonder City Racer” apresentam peças pequenas e fraca resistência ao impacto.

Para a DECO, os resultados deste teste não constituem “uma novidade”, adiantando a associação de defesa do consumidor que há 11 anos que avalia brinquedos e “sempre encontrou produtos perigosos”.

A DECO relembra ainda um outro problema que é a marcação dos brinquedos com a marca CE, explicando tratar-se de um um símbolo colocado nos brinquedos pelos fabricantes, mas que não é uma garantia de segurança para a criança: dos 18 produtos chumbados, 15 tinham esta marcação.

Desta forma, a DECO frisa que cabe aos consumidores “ter cuidado na escolha”, uma vez que a lei e a fiscalização “não conseguem garantir que todos os produtos à venda são seguros”.

A associação alerta que cabe ao consumidor optar por produtos adequados à idade e ao desenvolvimento da criança, alertando que, antes de comprar, se deve ler os avisos e instruções e adquirir o produto tendo em conta a idade da criança.

Segundo a DECO, há fabricantes que frequentemente vendem “produtos com falhas”, não seguem “padrões de fabrico exigentes” e não exercem um “controlo responsável”. Como tal, sublinha a associação que estes “maus representantes da indústria dos brinquedos devem ser sancionados pelas autoridades” em caso de ”um comportamento negativo reincidente”.

Fonte: http://zap.aeiou.pt/deco-chumba-18-brinquedos-para-criancas-por-falta-de-seguranca-49799

Fórum NOVEMBRO

INSERIR COMENTÁRIO

Uma questão que se coloca aos pais e educadores é como ensinar aos seus filhos ou alunos a correcta utilização do telemóvel. Existe uma grande apetência nas crianças pela utilização dos telemóveis. No entanto é fundamental, definir algumas regras previamente.

Este mês proponho-vos um debate sobre a utilização de telemóvel pelas crianças.

Concordam que as crianças devam possuir um telemóvel? Será a sua utilização prejudicial?

Partilho aqui um artigo sobre o tema:

Telemóveis para crianças

O telemóvel é um dos pedidos mais frequentes dos mais pequenos, mas há sempre que pensar se devemos ceder ou não e quais as melhores opções do mercado.

Criado para ser uma ferramenta para os homens e mulheres de negócios conduzirem as suas atividades, o telemóvel foi rapidamente adotado pelos adolescentes, e de maneira tão intensa que muitos não conseguem viver sem ele, quase se tornando uma parte do seu próprio corpo. Mais recentemente este fenómeno também está a atingir as crianças, que desejam os telemóveis desde muito pequenas. A forma como os pequeninos utilizam o aparelho varia: uma espécie de brinquedo para alguns, um rádio ou mesmo câmara para outros.

No grupo dos 7 aos 10 anos as crianças estão muito interessadas no telemóvel como um aparelho, ou seja utilizam-no mais como uma máquina de jogos do que como uma ferramenta de comunicação. No entanto, muitas vezes acabam por se esquecer de levar o telefone consigo, ou então esquecem-se muito facilmente dele em locais públicos.

Já para as crianças dos 10 aos 12 anos, o telemóvel ocupa uma posição mais central e conduz ao início da febre do telemóvel, idade em que a importância dos passatempos e dos amigos também aumenta, e a dos jogos e brinquedos diminuem. Deste modo, o telemóvel torna-se um aparelho importante como uma ferramenta de comunicação entre os amigos.

Os adolescentes são outra faixa etária… Hoje em dia é complicado um adolescente não ter telemóvel, e os pais têm de perceber isso. Há uma série de ‘brinquedos’ dentro de um telemóvel que os podem até ajudar, por exemplo, a ultrapassar a timidez e a viver melhor algumas etapas mais complicadas da adolescência. O início da vida afetiva, por exemplo, é muito mais fácil desde que existem SMS.

Na hora da decisão temos de rever os prós e contras.

Prós:

Favorece as relações sociais;

Oferece uma garantia de segurança (em caso de necessidade, onde quer que se encontrem, podem sempre pedir ajuda).

Contras:

O telemóvel tem um custo, portanto um comportamento responsável pressupõe o conhecimento das tarifas;

Em termos de saúde não é aconselhável a sua utilização, porque pode afetar o desenvolvimento cerebral;

É utilizado nas aulas, causando faltas de concentração, gerando conflitos e indisciplina; Torna-se viciante. Por ser um objeto multifuncional, o telemóvel acaba por ter um uso excessivo e desequilibrado, criando na maioria das pessoas uma dependência quase doentia e afastando-as do contacto físico;

A facilidade com que se pode registar imagens e divulgá-las em tempo real para todo o mundo tem trazido inúmeros problemas de ordem social, tais como a violência e perca de privacidade. A utilização matura do telemóvel prevê que seja utilizado apenas em caso de necessidade, que se tire o som ou desligue conforme a necessidade, por exemplo no cinema ou na escola. Nas aulas, deve estar sempre desligado, exatamente como fazem os adultos durante reuniões de trabalho.

Dicas da PSP para utilizar o telemóvel em segurança:

Optar sempre por um telemóvel simples, discreto e barato para levar para a escola ou quando vai passear com os amigos.

Anotar sempre o IMEI do telemóvel. Para descobrir o IMEI do telemóvel basta teclar o *#06#. Em caso de roubo é mais fácil identificar o telemóvel e caso seja encontrado é mais simples para o descobrir em www.perdidoseachados.mai.gov.pt/.

Avisar de imediato a PSP se o telemóvel for roubado. O número de emergência europeu 112 pode ser digitado de forma gratuita em qualquer telefone público. Comunicar via SMS, isso torna mais simples a comunicação e evita que a criança se distraia com telefonemas.

Colocar o telemóvel em modo de vibração e assim quando tocar, pode sempre ver se tem condições de segurança para o atender.

Artigo original publicado em: http://lifestyle.sapo.pt/familia/crianca/artigos/telemoveis-para-crianças

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