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Bebés amamentados tornam-se adultos mais inteligentes

Um estudo realizado no Brasil associa a amamentação à inteligência. De acordo com a análise, os bebés amamentados pelas mães têm melhores resultados em testes ao Quociente de Inteligência.

A investigação acompanhou cerca de 3.500 bebés até à vida adulta, analisando o seu percurso, os hábitos de amamentação das respectivas mães e o seu nível de inteligência.

Liderado por Bernardo Lessa Horta, da Universidade Federal de Pelotas, o estudo avaliou bebés oriundos de diferentes classes sociais e concluiu que a amamentação é um factor determinante no desenvolvimento da inteligência.

Publicadas no The Lancet Global Health, as conclusões da investigação revelam que os bebés que foram amamentados pelas mães obtiveram melhores resultados em testes de QI.

Os bebés que foram amamentados durante mais tempo conseguiram melhores resultados em testes de inteligência na idade adulta.

A análise conclui também que os bebés amamentados têm mais probabilidade de virem a ganhar um salário mais alto, por conseguirem completar mais níveis de ensino.

Estes dados reforçam a ideia de que os bebés devem ser exclusivamente amamentados, nos primeiros seis meses de vida, conforme recomenda a Organização Mundial de Saúde.

O leite materno é uma fonte privilegiada de ácidos gordos saturados que são essenciais para o desenvolvimento do cérebro, contribuindo ainda, de forma decisiva, para a saúde em geral dos bebés.

http://zap.aeiou.pt/bebes-amamentados-tornam-se-adultos-mais-inteligentes-62440

Tenho que pedir senhas do Portal das Finanças para os meus filhos?

Não é obrigatório mas é altamente recomendável.

A partir deste ano – a após alguma indefinição da Autoridade Tributária – só serão considerados para efeitos de benefícios fiscais e deduções IRS 2015 as despesas declaradas via fatura junto da Autoridade Tributária pelos respetivos fornecedores. Ou seja, os bancos onde se tem o crédito à habitação, os médicos e farmácias a que se recorre no serviço privado e público, as escolas ou professores a quem se pagam serviços, entre outros, têm de emitir recibos no nome e número de contribuinte dos respetivos beneficiários dos serviços. Se não o fizerem, não haverá lugar às respetivas vantagens fiscais. E não o fazendo, compete aos próprios contribuintes vigiar o cumprimentos dos seus fornecedores denunciando-o, se for caso disso, junto das finanças. Em 2016 haverá um período para fazer essa denúncia (até 15 de março).

Mas como pode um contribuinte saber se a escola ou o médico do filho estão a declarar corretamente as despesas de educação e saúde com o dados fiscais da crianças? Só pode sabê-lo se aceder ao portal e-fatura e por lá for vigiando as faturas emitidas, pendentes ou ausentes. E só o poderá fazer se tiver pedido as senhas de acesso associadas ao número de contribuinte do filho.

Tantos filhos tenha com os respetivos números de contribuinte, tantas de acesso terá de pedir. Como pedir?

Basta ir ao Portal das Finanças, clicar na opção “Novo Utilizador” que surge a azul bebé na coluna da direita e seguir as instruções que lhe surgem numa janela como a que aqui se reproduz:

Como pedir acesso ao portal das finanças

Leia mais: http://economiafinancas.com/2015/tenho-que-pedir-senhas-do-portal-das-financas-para-os-meus-filhos/#ixzz3TWmJMcrL

DECO CHUMBA 18 BRINQUEDOS PARA CRIANÇAS POR FALTA DE SEGURANÇA

A Associação de Defesa do Consumidor DECO “chumbou” a venda de 18 brinquedos, entre os 40 testados, apontando problemas como peças pequenas que se soltam com facilidade, pilhas acessíveis e fraca resistência ao impacto, foi divulgado esta terça-feira.

De acordo com a DECO, dos 18 brinquedos que chumbaram no teste, oito não cumprem a legislação nacional, facto que levou a associação a pedir à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a retirada dos mesmos das lojas onde são comercializados.

Os restantes dez apresentam falhas que não estão contempladas na legislação nacional, mas que a DECO considera perigosas, recomendando aos consumidores que evitem a sua compra e que a Comissão de Segurança de Serviços e Bens de Consumo (entidade oficial com competência nesta matéria), avalie os produtos em questão e se pronuncie sobre a sua perigosidade.

Entre os 18 brinquedos, há dez que a DECO revela serem de evitar oferecer às crianças por perigo de peças pequenas: são eles o veículo “Bandai Peppa Pig”, um estojo de cabeleireiro “Centroxogo Girl Beautiful”, um comboio de dinossauros “Dinosaur”, uma caixa de letras magnéticas “First Classroom Magnetic letters”, o jogo “Koala Dream Funny Faces” e o conjunto de bonecas “MGA Mini Lalaloopsy”.

Já os brinquedos Porquinho e Varinha, da “Oudamundo”, revelam ainda ter peças aguçadas, assim como a “Pampy Plasticina”, enquanto os carrinhos “Wonder City Racer” apresentam peças pequenas e fraca resistência ao impacto.

Para a DECO, os resultados deste teste não constituem “uma novidade”, adiantando a associação de defesa do consumidor que há 11 anos que avalia brinquedos e “sempre encontrou produtos perigosos”.

A DECO relembra ainda um outro problema que é a marcação dos brinquedos com a marca CE, explicando tratar-se de um um símbolo colocado nos brinquedos pelos fabricantes, mas que não é uma garantia de segurança para a criança: dos 18 produtos chumbados, 15 tinham esta marcação.

Desta forma, a DECO frisa que cabe aos consumidores “ter cuidado na escolha”, uma vez que a lei e a fiscalização “não conseguem garantir que todos os produtos à venda são seguros”.

A associação alerta que cabe ao consumidor optar por produtos adequados à idade e ao desenvolvimento da criança, alertando que, antes de comprar, se deve ler os avisos e instruções e adquirir o produto tendo em conta a idade da criança.

Segundo a DECO, há fabricantes que frequentemente vendem “produtos com falhas”, não seguem “padrões de fabrico exigentes” e não exercem um “controlo responsável”. Como tal, sublinha a associação que estes “maus representantes da indústria dos brinquedos devem ser sancionados pelas autoridades” em caso de ”um comportamento negativo reincidente”.

Fonte: http://zap.aeiou.pt/deco-chumba-18-brinquedos-para-criancas-por-falta-de-seguranca-49799

No meu quarto mando eu – SAPO Crescer

Na família, existem espaços familiares, os comuns e os privados, e em cada um desses mesmos espaços também existem os lugares de cada um.

 

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isto faz alguma coisa mas eu nsei o que…

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Quando convidamos alguém para ir a nossa casa, abrimos a porta e recebemos as pessoas num espaço que é comum, e a circulação é livre nesse mesmo espaço… a entrada para os espaços privados da casa está ligada ao grau de intimidade das visitas.

 

Na família, existem espaços familiares, os comuns e os privados, e em cada um desses mesmos espaços também existem os lugares de cada um. Esta geometria familiar, não é mais que uma banda sonora, que muda com os processos de maturação e crescimento de cada família.

 

A escolha da casa, quando os jovens adultos se emancipam, a compra da casa a dois, no projeto casal… as exigências, as limitações, os sonhos e a realidade… assim se inicia a jornada da definição dos espaços. Esta jornada intensifica-se com o nascimento e crescimento dos filhos, e desde cedo começam os desafios… muitos deles ligados à pertença, à posse, à exclusividade.

 

Por vezes os pais falam em ceder, em negociar, mas certo é que na sua competência única de orientadores e modelos, são eles quem define limites, quem avalia riscos e quem efetivamente valida a capacidade de escolha dos seus filhos, através da pedra basal mais importante, a confiança. Tudo isto seria muito mais fácil e tranquilo, se não fossem comuns as discordâncias, as divergências, a necessidade de controlar algo, na mesma medida em que crescemos.

 

O quarto dos filhos, costuma ser sempre um local mágico, ao qual se atribuem imensos papeis… o lugar de estudo, o lugar de descanso, o lugar do castigo, o lugar dos sonhos, das lágrimas, da música, do computador…. Não é então de estranhar, que sejam fáceis as guerrilhas domesticas em torno do quarto.

 

As perguntas que mais se ouvem em consulta estão muito relacionadas com a gestão diária dos espaços privados vs espaços comuns.

 

Televisão no quarto sim ou não?  Se sim, não sai de lá, se não é sempre uma discussão sobre o telecomando…

Computador no quarto sim ou não?

Telemóvel, durante a noite onde deve ficar?

 

Efetivamente, o quarto encerra em si um território exclusivo, de privacidade, pertença… como se de um prolongamento se tratasse. Mas o domínio de um território só acontece quando se cresce, quando se consegue ser responsável por esse mesmo território, quando os membros mais velhos da ‘tribo’ delegam essa função.

 

Assim sendo, é importante que todos compreendam que a conquista do espaço, está intimamente ligada ao crescimento… que para arrumar, primeiro desarruma-se, que ninguém nasce ensinado, que existem regras indiscutíveis e outras nem tanto… é também muito importante, que todos compreendam que o crescimento é sempre uma novidade, que é indiscutivelmente o maior desafio que enfrentamos e sempre com sucesso… e que na conquista do espaço, as questões arquitectónicas são maioritariamente metáforas das outras conquistas diárias.

 

No meu quarto mando eu – é também um voto de confiança dos pais para os filhos….

 

No meu quarto mando eu – é um pedido de deixem-me crescer…

 

No meu quarto mando eu – é uma das crises normativas e transaccionais das famílias

 

No meu quarto mando eu – pode ser um problema, quando todos os outros espaços familiares foram engolidos e tudo o que representam na vida da família, deixa de existir. Nestas alturas, procure ajuda, pois o espaço que se perdeu deu lugar a um outro espaço menos satisfatório e menos saudável para todos.

 

Mafalda Correia

mafalda.correia@pin.com.pt

Núcleo de Apoio e Terapia Familiar

“CASTIGOS E RECOMPENSAS: COMO GERIR?”

Foi tema da Tertúlia que encerrou o mês de junho no atmosfera m

 

A encerrar o mês dedicado aos mais jovens no atmosfera m realizou-se, na passada segunda-feira, mais uma Tertúlia da Sociedade Civil, desta feita sob o tema “Castigos e recompensas: como gerir?” que, sob moderação de Fernanda Freitas contou com a participação de João Guerra, Pedopsiquiatra na CUF – Porto e de Sofia Ramalho, Coordenadora do Serviço de Psicologia – Colégio de Nossa Senhora.

Não há fórmulas mágicas nem receitas eficazes. Há antes uma descoberta entre pais e filhos, um percurso comum de aprendizagem, onde se criam regras e se descobrem truques para a educação de um futuro adulto, foram reflexões que os oradores-convidados trouxeram a debate, partilhando da ideia de que “os melhores especialistas sobre crianças são os seus pais e não os pedopsiquiatras ou os psicólogos”.

Valorizar o que a crianças fazem bem, as mudanças positivas no comportamento, o mérito em uma atividade, em suma, praticar o elogio parece ser regra de ouro para quem procura orientação na árdua tarefa de educar uma criança.

Sofia Ramalho sabe que a “falta de tempo” que os pais tantas vezes referem os torna mais permissivos, mas quando é necessário recriminar atitudes lembra que retirar privilégios pode ser um bom ponto de partida. “Não poder ver televisão, não poder jogar, por exemplo” são algumas soluções, mas sublinha que os pais devem levar até ao fim as batalhas que querem travar, não caindo em erros clássicos, como refere o médio pedopsiquiatra, e dizer “se não fazes isto não vais ter festa de anos ou não vais ter prendas no Natal”, por que por norma os pais não conseguem cumprir com estes castigos.

Não ter receio de contrariar, saber que fazê-lo pode desencadear atritos, mas manter presente que são estas as atitudes que as crianças precisam e esperam e que, por essa razão, testam limites, são diretrizes que reforçam o papel dos adultos – de orientação e amparo – na sua vida.

Ver muita televisão está associado a um pior rendimento escolar

O alerta é feito por uma especialista americana na área da psicologia.

Lynne Murray, professora de psicologia do desenvolvimento, lançou um novo livro, o Psychocoly of Babies (Psicicologia dos bebés), onde recomenda que crianças com menos de 2 anos não vejam televisão (até porque é o aconselhado pela Academia Americana de Pediatria), para além de fazer outras advertências a este respeito.

Segundo o especialista, as crianças que veem muita televisão ficam com um vocabulário mais pobre e apresentam um rendimento escolar pior, sendo que esta situação não varia de acordo com a classe social. Além disso, pode levar as crianças a interagir pouco com os irmãos e com os pais e a deixar de brincar com os jogos tradicionais.

Siga este e outros temas sobre educação, saúde e cuidados ao bebé aqui

Fórum Outubro – Dos 0 aos 6 meses: Choro do bebé

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Damos-lhe sete razões porque chora o seu bebé. Saiba acalma-lo.

Os bebés choram. Não há como evitá-lo – é uma das formas que têm para comunicar. Como o seu bebé não lhe consegue dizer simplesmente o que quer, é possível que fique preocupada e se pergunte “Como vou eu saber o que quer?”. No início pode ser difícil, mas uma grande parte do trabalho dos pais funciona em regime de tentativa e erro, pelo que não tardará a conseguir prever as suas necessidades, interpretar os sinais e secar as suas lágrimas. Veja aqui as razões mais comuns para o choro do bebé. Se o seu pequenino não parar de se queixar, percorra esta lista e é muito provável que encontre alguma dica que a ajudará.

Como posso saber por que razão o bebé está a chorar?
Tem fome

Quando aprender a reconhecer os sinais de que o bebé quer comer – fica agitado, faz ruídos e procura a mamaquando o pega ao colo – será especialista em dar-lhe de comer antes sequer de ele começar a chorar a sério. Até lá, é boa ideia começar por ver se tem fome quando começa a chorar. Dar-lhe de comer pode não parar o choro de imediato, mas deixe-o continuar se ele assim o desejar. Quando tiver o estômago cheio, ele pára.

Tem a fralda suja

Alguns bebés dão imediatamente a entender quando precisam de mudar a fralda. Outros não se importam de ter a fralda suja – é quentinha e confortável. (Os pais ficam muitas vezes surpreendidos quando pegam na criança e descobrem que tem estado sentada em cima de uma fralda suja e que não deram o mínimo sinal.) De qualquer modo, é fácil de verificar e solucionar.Tem demasiado frio ou calor

Os recém-nascidos gostam de ser embrulhados e ficar quentinhos. (Geralmente, para se sentirem confortáveis, precisam de mais uma camada do que um adulto.) Por isso, se tiver frio, por exemplo, quando tira a roupa para mudar a fralda, o bebé irá manifestar o desconforto começando a chorar. Irá aprender a mudar rapidamente a fralda e a vestir logo o bebé. Cuidado para não vestir demasiada roupa, já que é menos provável que se queixe de ter demasiado calor e não irá certamente chorar com o mesmo vigor.

Quer colo

Os bebés precisam de muitos mimos. Gostam de ver as caras dos pais, ouvir as suas vozes e o bater do seu coração, e conseguem mesmo detectar o seu cheiro característico (especialmente o do leite da mãe). Depois de mamarem, arrotarem e de terem uma fralda limpa, tudo o que os bebés querem é colo. Poderá recear estar a “mimar demasiado” o bebé se lhe pegar muito ao colo mas, nas primeiras semanas de vida, isso é impossível. A necessidade de colo varia muito de bebé para bebé. Alguns requerem muita atenção, enquanto outros conseguem passar grandes períodos de tempo calmamente sentados sozinhos. Se o seu bebé gosta de muita atenção, pegue-o ao colo, transporte-o num porta-bebé ou coloque-o ao seu lado. Já não aguenta mais

Embora os recém-nascidos necessitem de muita atenção para se desenvolverem, também podem ficar facilmente sobre-estimulados e saturados. Irá reparar que o bebé chora mais do que o habitual depois de passar um feriado com muitos familiares adoráveis ou que, no final de cada dia, tem momentos em que parece chorar sem motivo nenhum. Os recém-nascidos têm dificuldade em processar todos os estímulos que recebem – as luzes, os ruídos, passar de colo em colo – e podem sentir-se muito confusos com tanta actividade. O choro é uma forma de dizer, “Chega!” E isso acontece normalmente quando o bebé fica cansado. Leve-o para um local sossegado e deixe-o descontrair durante um bocado e depois veja se o consegue adormecer. Não se sente bem

Se tiver acabado de dar de mamar e tiver verificado se o bebé está confortável (pode estar incomodado com coisas tão simples como um cabelo à volta de um dedo do pé ou uma etiqueta da roupa que faz comichão), mas continua a chorar, tente ver a temperatura para ter a certeza de que não está doente. O choro de um bebé doente é normalmente diferente do choro de fome ou de frustração, e em breve saberá quando “há algo de errado” no choro do bebé e que será preciso levá-lo ao médico. Nenhuma das situações anteriores

Às vezes é possível que não consiga descobrir o que se passa. Muitos recém-nascidos passam por períodos de agitação e não são facilmente consoláveis. Estes períodos de agitação podem consistir nalguns minutos de choro ou violentos choros de cólicas. As cólicas caracterizam-se por um choro inconsolável durante pelo menos três horas por dia e pelo menos três dias por semana. Mesmo que o bebé não chore muito, estes episódios podem ser difíceis para si. Quando tudo o mais falhar, tente as sugestões apresentadas em seguida.

Não consigo perceber porque está a chorar. O que devo fazer?
Embrulhe-o e abrace-o

Os recém-nascidos gostam de se sentir tão quentes e seguros como no útero, por isso tente envolver o bebé numa manta, embalando-o ou segurando-o contra o seu ombro. Mas tenha em atenção que alguns bebés não gostam de se sentir apertados ou confinados e reagem melhor a outras formas de reconforto, como movimentos ritmados ou chuchar numa chupetaDeixe-o ouvir o ritmo

Os bebés estão habituados ao som do seu coração; este é outro motivo para gostarem tanto de estar ao colo encostados contra o peito. Pode também tentar colocar música suave, cantar uma canção de embalar. Ponha-o mexer

Às vezes, o simples movimento de transportar o bebé é o suficiente para o acalmar. Noutras situações, pode ajudar embalá-lo suavemente numa cadeira ou baloiço. Pode também levá-lo a passear na rua na cadeira ou a dar uma volta de carro. Faça massagens

A maioria dos bebés adora ser tocado, por isso uma massagem pode ser precisamente o ideal para acalmar o bebé. Não se preocupe se não conhecer os movimentos perfeitos – desde que sejam suaves e lentos, deverão ser suficientes para reconfortá-lo. Além disso, tente esfregar as costas ou a barriga do bebé, já que isso o ajuda se tiver dores causadas por gases – que podem ser o problema de alguns bebés com cólicas. Dê-lhe alguma coisa para chuchar

Mesmo que não esteja com fome, a sucção pode estabilizar a frequência cardíaca do bebé, descontrair o estômago e acalmar os seus membros agitados. Dê-lhe uma chupeta ou um dedo a que se possa agarrar e leve-o a passear.

Cuide de si própria

Nenhum bebé alguma vez morreu a chorar, mas um bebé chorão pode constituir um grande stress para quem acaba de ser pai ou mãe. A privação de sono é permanente e podem até sentir-se inseguros sobre a sua capacidade de tomar conta deste bebé. As emoções da mãe estão ao rubro devido às alterações hormonais que está a atravessar. O pai pode não ter a certeza do papel que tem a desempenhar nos cuidados ao recém-nascido e se alguma vez terá novamente a atenção da mulher. Se acrescentarmos um bebé aos gritos a este cenário, muitos pais poderão ser invadidos por uma sensação de incompetência.

Sabendo que satisfez as necessidades do bebé e que já tentou acalmá-lo, mas que continua a chorar, chegou a hora de tomar conta de si, para que não fique demasiado exasperada:

• Pouse o bebé num local seguro e deixe-o chorar durante algum tempo.

• Telefone a um amigo ou familiar e peça conselhos.

• Faça uma pausa e peça a alguém para assumir a tarefa.

• Ponha uma música calma e distraia-se.

• Inspire profundamente.

• Lembre-se de que está tudo bem com o seu bebé e que chorar não lhe faz mal – se calhar só precisa de libertar o stress dessa forma.

• Repita para si mesma “Ela vai acabar por superar esta fase”.

• O que quer que faça, não descarregue a sua frustração no bebé, abanando-o.

Felizmente, os bebés (e os pais) têm uma grande capacidade de recuperação e, de alguma forma, conseguem superar mesmo os episódios mais difíceis. Ganhe coragem com a ideia de que, quando tiver 8 a 12 semanas, o bebé já conseguirá acalmar-se melhor sozinho e grande parte de todo este choro irá terminar.

http://crescer.sapo.pt/bebe/primeiros-dias/dos-0-aos-6-meses-choro-do-bebe/5

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